
Nesta segunda-feira (13), o deputado federal cassado Alexandre Ramagem foi preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos. Segundo autoridades norte-americanas, ele “está em situação migratória irregular” no país e poderá ser extraditado.
Ramagem entrou de forma clandestina nos EUA em setembro de 2025, antes da conclusão do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que o condenaria por tentativa de golpe de Estado, e passou a ser considerado foragido em novembro do mesmo ano.
Agora: Ramagem é preso pela imigração dos EUA após ordem de Moraes
Investigadores da PF descobriram que Ramagem deixou o Brasil pela fronteira com a Guiana, em Bonfim (RR). A investigação apurou que, após chegar a Roraima, ele seguiu de carro e cruzou a fronteira – onde apenas um rio separa os dois países. Já na Guiana, Ramagem embarcou para Miami (EUA).
Em dezembro, Alexandre Ramagem teve o passaporte diplomático cancelado pela Câmara dos Deputados e o mandato cassado. Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça comunicou ao Supremo Tribunal Federal que o pedido de extradição havia sido formalmente encaminhado ao governo norte-americano.
De acordo com as diretrizes do ICE, do programa de Operações de Execução e Remoção (ERO), os estrangeiros sem documento são encaminhados a um processo jurídico de remoção do país. No caso do deputado federal cassado, a detenção do ICE serve como ponte para a extradição formal.
Agora: Ramagem é preso pela imigração dos EUA após ordem de Moraes
Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que o pedido de extradição foi formalmente encaminhado ao governo norte-americano. A Embaixada do Brasil em Washington enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA em 30 de dezembro de 2025.
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