
Marcello Lopes, conhecido como Marcelão, ex-policial responsável pela comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, não pediu para sair, como informado pela campanha, mas foi demitido em meio a grande confusão.
Segundo informações da coluna Radar da Veja, do jornalista Robson Bonin, nesta sexta, 22 de maio. Sua saída ocorreu uma semana após a divulgação de um áudio em que Flávio Bolsonaro declarava fidelidade ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso por corrupção.
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No comitê da campanha, em Brasília, Marcelão perdeu o controle, apontou o dedo para colegas, acusou-os de traição, quebrou objetos e ameaçou fisicamente integrantes da equipe. O comportamento chegou à cúpula do PL, que interveio e comunicou Flávio Bolsonaro.
Marcelão surtou no comitê de Flávio Bolsonaro
Embora tenha tentado sustentar que pediu para sair, aliados afirmam que ele foi demitido. Agora, Eduardo Fischer assumiu o posto de comando da comunicação da pré-campanha.
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O ex-policial foi demitido uma semana depois da exposição de um áudio no qual o senador fazia juras de fidelidade eterna a Daniel Vorcaro, o ex-banqueiro detido por negócios escusos.
No quartel-general da pré-campanha de Flávio, no Lago Sul, em Brasília, segundo o periódico, Marcelão surtou, botou o dedo na cara de diferentes integrantes da campanha de Flávio e, pior, ameaçou pegar, aos gritos, os “traidores” que, na visão dele, tinham vazado para a imprensa informações. Ele socou uma mesa de vidro, quebrou objetos na produtora e ameaçou a equipe que trabalhava com ele.
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