
O ex-governador Romeu Zema teria alterado lei e feito decreto que favoreceram Daniel Vorcaro, segundo denúncia da deputada Bella Gonçalves.
Romeu Zema, durante sua campanha de reeleição em 2022, sancionou uma lei e editou um decreto que aumentaram a margem de consignação dos servidores públicos para até 50%, com 10% destinados exclusivamente a cartões consignados, viabilizando o produto CredCesta do Banco Master.
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Pouco depois dessas medidas, o partido Novo recebeu R$ 1 milhão de Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, banqueiro preso por liderar uma milícia. A deputada estadual Bella Gonçalves (PT-MG) enviou notícia-crime à Polícia Federal alegando favorecimento direto ao Banco Master, que posteriormente entrou em liquidação por suspeitas de corrupção.
Deputada denuncia Zema
“Zema enche a boca para falar e criticar Flávio Bolsonaro pela ligação ao Daniel Vorcaro, mas ele próprio tem relações com o Banco Master, fortaleceu empreendimentos vinculados à família Vorcaro na área da mineração e favoreceu também a partir da indicação do CredCesta como crédito a ser utilizado pelos servidores do Estado de Minas Gerais. Milhões, se não bilhões de reais, devem estar comprometidos em salários de servidores hiperendividados, que estão pagando para um banco que está agora passando por um processo de liquidação relativo à corrupção”, disparou Bella Gonçalves à Fórum.

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Muitos servidores relataram endividamento excessivo e problemas com cobranças indevidas ligadas ao CredCesta, inclusive em plataformas como ReclameAqui. Bella Gonçalves afirmou que o caso em Minas Gerais segue o mesmo padrão de favorecimento ao Banco Master visto em Goiás com Ronaldo Caiado e em medidas do governo Bolsonaro ligadas ao INSS.
A denúncia destaca uma “relação direta e espúria” entre Zema e a família Vorcaro, com possível favorecimento ao Banco Master em troca de apoio financeiro durante sua campanha.
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