
A direção nacional do Democracia Cristã (DC) abriu um processo disciplinar contra Aldo Rebelo, ex-ministro e atual rival de Lula, prevendo sua expulsão sumária e comunicação à Justiça Eleitoral.
Aldo, contudo, acusa o partido de violar o devido processo legal e o direito à ampla defesa, além de intolerância a críticas internas, em nota enviada na noite desta quinta, 21 de maio. Rebelo bate de frente e afirma que continuará como pré-candidato à Presidência até a convenção partidária, que é a instância soberana para decidir candidaturas.
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As convenções partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto de 2026, segundo o TSE. O partido articula o nome do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa para a disputa presidencial, o que intensificou o conflito com Rebelo. O DC acusa Rebelo de ataques à direção e de posturas contrárias aos valores democrata-cristãos, enquanto ele acusa o partido de quebra de imparcialidade e transgressão ao estatuto.
Dessa forma, Aldo Rebelo enfrenta um processo de expulsão do DC, mas desafia a decisão, mantendo sua pré-candidatura e acusando o partido de desrespeitar garantias legais e estatutárias, em meio a uma crise que envolve a possível candidatura de Joaquim Barbosa.
Nota à imprensa. pic.twitter.com/I3l9KK5a4N
— Aldo Rebelo (@aldorebelo) May 21, 2026

Ex-ministro de Lula, Aldo Rebelo detona presidente
O ex-ministro de Lula e Dilma lançou duras críticas ao atual governo, afirmando que Lula se tornou “refém do STF” e que o país vive sob um governo sem autoridade. Rebelo anunciou sua candidatura à Presidência pelo Partido Democracia Cristã (DC).
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Ele declarou que a política ambiental do governo está travando o desenvolvimento do Brasil, citando órgãos como Ibama, Funai e Ministério Público como responsáveis por “parar o País”. Rebelo afirmou que Lula perdeu força no Legislativo e depende excessivamente das decisões do Supremo Tribunal Federal.
Além disso, ele defendeu a anistia de Bolsonaro como forma de pacificação nacional, dizendo que “para pacificar, é preciso anistiar todo mundo”. Segundo Rebelo, o Brasil deve focar em questões maiores e deixar de lado “problemas menores” para reunir energias em prol do futuro.
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