
O governo Trump propôs um tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, justificando com base em desmatamento ilegal e práticas ambientais no Brasil da época de Jair Bolsonaro.
Informações de Lucas Altino do Rio de Janeiro ao jornal O Globo. O relatório do USTR cita o pico de desmatamento em 2021, durante a gestão Bolsonaro, mas ignora reduções recentes — como a queda de 50% na Amazônia entre 2022 e 2025, o menor nível em 11 anos.
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O documento afirma que o desmatamento ilegal barateia artificialmente os custos de produção agrícola e madeireira, prejudicando a competitividade dos produtores americanos. O governo brasileiro apresentou evidências de fiscalização reforçada e queda consistente do desmatamento, mas os EUA não consideraram esses números.
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Especialistas como Marcio Astrini (Observatório do Clima) acusam Trump de usar o tema ambiental de forma hipócrita para justificar tarifas. Ane Alencar (IPAM) defende que o Brasil tem mostrado resultados claros e que a cooperação internacional seria mais eficaz que taxações.

Além do desmatamento, o documento menciona o Pix, comércio digital, etanol e corrupção como fatores que prejudicariam empresas americanas. O processo entra em consulta pública até 15 de julho de 2026, com audiência marcada para 6 de julho. O governo brasileiro avalia medidas de resposta e negociações com Washington.
O documento cita a palavra desmatamento quarenta vezes, o dobro das menções ao “pix”, mostrando que este é o grande problema apontado. O documento ressalta que o desmatamento é um problema histórico e sistêmico no Brasil, contudo não faz qualquer menção aos recentes resultados positivos nas florestas nacionais.
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