
Ex-bolsonarista, Wilson Witzel quebrou o silêncio neste domingo, 31 de maio, e falou sobre Cláudio Castro e suposta perseguição política de Jair Bolsonaro.
Em papo com o jornalista Joaquim de Carvalho no Brasil 247, o ex-governador detonou sem dó. Witzel afirma que seu impeachment em 2020 foi uma articulação política para permitir que um grupo ligado a Cláudio Castro e à Assembleia Legislativa assumisse o controle do Estado. Witzel disse que Cláudio Castro e sua trupe “deram um golpe para roubar o Rio de Janeiro”.
As declarações ocorrem em meio a investigações que atingem Cláudio Castro, envolvendo Banco Master, RioPrevidência, Cedae e supostos esquemas de corrupção. Witzel diz que adotou práticas de transparência e moralização administrativa, contrariando interesses de deputados estaduais, e que não houve comprovação de desvio de recursos em sua gestão.
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Ele acusa parlamentares de conivência e de não reagirem a escândalos posteriores, como os casos Ceperj, Refit e Banco Master. Durante sua gestão, os investimentos eram feitos em bancos de primeira linha; após sua saída, surgiram instituições como o Banco Master, o que ele considera planejado.

Witzel questiona a evolução patrimonial de Castro, comparando com sua situação anterior à eleição de 2018. Além disso, ele atribui parte de sua queda à ruptura com Jair Bolsonaro, mencionando o caso da “Abin Paralela”.
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Witzel afirma estar elegível e se apresenta como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Democrata 35, com foco em segurança pública, economia e reorganização das contas estaduais.
Witzel defende Dark Horse
Contudo, ele defendeu o filme Dark Horse e disse não ver, até o momento, prova de vínculo direto entre pagamentos do RioPrevidência no banco e eventual financiamento de longa sobre Jair Bolsonaro. “Eu não vejo nenhum elemento probatório que possa fazer essa vinculação”, disparou o ex-juiz. “Pode ser que surja alguma coisa mais à frente”, ponderou.
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