
Nesta última segunda-feira (22/06), Romeu Zema marcou presença no evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que reuniu representantes do setor produtivo e pré-candidatos ao Palácio do Planalto. Desse modo, o pré-candidato à Presidência pelo Novo defendeu a criação de um regime de trabalho alternativo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e criticou o debate sobre o fim da escala 6×1.
Zema causa ao defender mudança na CLT durante em evento em Brasília
Ao comentar a proposta que reduz a jornada máxima de trabalho, Zema classificou a discussão como inadequada para um período eleitoral: “Esse tipo de pauta nunca deveria ter ocorrido em um ano eleitoral como esse. É uma pauta extremamente populista. Comentei que o brasileiro quer é ter uma vida melhor. Para ele ter uma vida melhor, ele quer é ganhar mais. Quem ganha mais opta se quer trabalhar 30 horas, 35 horas, 40 horas, 50 horas.“, disse em uma coletiva de imprensa.
Em seguida, ele também afirmou que mudanças nas regras trabalhistas deveriam ficar a cargo da escolha dos próprios trabalhadores. De acordo com o ex-governador de Minas Gerais, o Brasil deveria adotar um modelo de trabalho por hora, semelhante ao que, de acordo com ele, já existe em países “sérios” e desenvolvidos. “Não é uma canetada de Brasília que definir o que o brasileiro vai fazer. O que quero é uma alternativa à CLT, como já existe em vários países sérios: trabalho por hora.”, declarou.
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Na sequência, o pré-candidato também avaliou que a rigidez da legislação trabalhista contribui para o aumento da informalidade no mercado de trabalho.
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