Uma estrada esburacada e um ônibus sacolejante. Esse é o único caminho para a estação rodoviária em que Anderson aguarda Rebeca e Corina, que aceitaram a proposta do pai de Simone e decidiram morar com ele.

Ao encontrarem Anderson, as duas mostram-se aliviadas por finalmente saírem daquele ambiente que exala pobreza. Anderson é receptivo, mas estranha o peso das malas de Rebeca. A perua confessa ter trazido alguns de seus vestidos black-tie, pois nunca se sabe quando terá oportunidade de usá-los. Os três entram no carro e partem em direção às terras do fazendeiro. Depois de um breve trajeto, o veículo pára em frente a uma casa bem simples, que nem de longe lembra a fazenda monumental que Rebeca tinha em mente.

Ela estranha e questiona por que Anderson parou em tal lugar. No mesmo momento, Ariel surge montado em um cavalo, totalmente diferente do playboy que fazia manobras radicais em uma moto pelas ruas de São Paulo. Ele confessa estar amando a vida rural, mas prepara a mãe para uma surpresa um tanto desagradável: as terras a que Anderson se referia, na verdade, se resumem a um pequeno sítio, onde se come o que se planta e se cria cabeças de gado.

Anderson percebe a decepção de Rebeca, mas, com seu jeitão bronco, a tranqüiliza: “Eu boto mais água no feijão!”. Corina lê os pensamentos da filha e não consegue segurar a língua: “Ah, vida tirana!”

As cenas devem ser exibidas a partir de terça-feira, dia 12/02.



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