Trump reduz tarifas de alimentos em nova estratégia econômica

Presidente baixa tarifas de itens essenciais para aliviar preços nos supermercados e responder à pressão dos eleitores

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
Donald Trump. (Foto: reprodução/YouTube)
Donald Trump. (Foto: reprodução/YouTube)

O presidente Donald Trump assinou, nesta sexta-feira, uma ordem executiva que reduz tarifas sobre carne bovina, tomates, café e bananas. A iniciativa, segundo a Casa Branca, pretende diminuir os preços de produtos básicos nos supermercados, em um momento em que eleitores pressionam cada vez mais por ações concretas para conter o custo de vida. Além disso, a administração incluiu dezenas de outros itens — como abacates, cocos, abacaxis e nozes — na lista de isenções tarifárias. As mudanças, inclusive, têm efeito retroativo e passaram a valer desde 00h01 de 13 de novembro (horário de Nova York).

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De acordo com o governo, esses produtos não são produzidos em volume suficiente nos Estados Unidos, o que justifica a necessidade de reduzir tarifas para equilibrar a oferta interna. Assim, a ordem executiva tenta responder tanto às demandas dos consumidores quanto às críticas sobre o impacto das próprias políticas tarifárias do presidente na inflação.

Casa Branca justifica decisão e nega pressão política

Um funcionário da Casa Branca, sob anonimato, destacou que Trump está “cumprindo sua promessa” de renegociar acordos comerciais e ajustar tarifas conforme necessário. Na mesma linha, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que a decisão faz parte da estratégia mais ampla do governo.

“Agora é o momento certo para, você sabe, liberar alguns desses itens que o presidente disse que iria liberar”, declarou Greer. “Isso é um desdobramento natural exatamente do que o presidente sinalizou, e é isso que ele está fazendo hoje.”

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Eleitores pressionam por ações mais fortes

Embora Trump e seus assessores rejeitem a ideia de que suas políticas contribuíram para a alta de preços, o governo reconhece que precisa fazer mais para aliviar a frustração dos consumidores. O presidente também continua defendendo as tarifas, alegando que os impostos de importação seriam compensados por reduções feitas pelos vendedores.

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Joaquim Mamede
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