Dizem que o amor deixa a gente meio bobo – ou muito bobo, dependendo de como ele bate. E é verdade. Não há tempo ruim pra quem está apaixonado e qualquer hora e hora pra ficar feliz, exultante. Miguel, por exemplo.

Agora que declarou seu amor pra Luciana, e foi correspondido, tem todos os motivos para sorrir. E para dançar também, qualquer que seja o lugar e o momento. Inclusive no hospital. Pois é o que ele faz. No que encontra as amigas Ellen e Ariane, fieis incentivadoras daquele amor, Miguel dá uma de bailarino, pega as duas pela mão e improvisa uma coreografia, um balé doido, de jaleco mesmo.

Elas riem, tentam escapar e perguntam: “O que é isso, Miguel, seu louco?” Só então Miguel se explica. Recuperou o tempo que perdera teimando em não ver o amor que sentia por Luciana: “Agora sou o homem mais feliz do mundo”. Elas ficam varadas de curiosidade e exigem que Miguel conte tudo.

E ele o faz com gosto. Conta que foi à casa de Luciana encontrá-la e, de olhos bem abertos, entendeu tudo: “Vi a mulher da minha vida”.

E nem Celeste escapa desse balé. Quando a durona aparece por ali, Miguel a puxa para uma dança.






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