Depois de mais uma recaída – uma crise de ciúmes terrível que termina em um porre homérico, como nos velhos tempos – Renata e Felipe se acertam e já fazem planos para o futuro. Ela sabe que ele não é de esquentar lugar por muito tempo – é um aventureiro que vive perambulando pelo mundo.
E mesmo que ele a convide para girar pelos países, ela tem vontade de juntar os trapos com ele em um apartamento no Rio, um lugarzinho que o dinheiro que ganham dê para pagar. Manhosa, ela faz o pedido: “Ah, Felipinho, vamos morar juntos!”.
Felipe levanta-se da cama, espantado: “Tô ouvindo mal ou você está me pedindo em casamento?”. Renata garante que não é casamento e que não vai ter mais recaídas.
Felipe coça a cabeça e diz que vai pensar. Os dois voltam a se beijar intensamente.
Pelo jeito, esses dois vão terminar assim.







