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Saiba mais sobre a nova trama das 18h da Globo, “Boogie Oogie”

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Globo/Paulo Belote
Globo/Paulo Belote

Saiba mais sobre a nova trama das 18h da Globo, “Boogie Oogie”.

Estamos em 1978. Ano de Copa do Mundo. Donna Summer e Bee Gees incendeiam as noites cariocas. John Travolta é o ídolo do momento e Farrah Fawcett, a pantera, lança o corte de cabelo mais copiado do mundo. As pistas de dança são embaladas pelo ritmo da disco music. Seria um cenário perfeito para uma linda história de amor, não fosse um acidente aéreo. A caminho da Igreja, no dia de seu casamento com Sandra (Isis Valverde), Alex (Fernando Belo) presencia a queda do avião pilotado por Rafael (Marco Pigossi), que acabou de ficar noivo de Vitória (Bianca Bin). Na tragédia, quem morre é Alex, o herói que perde a vida ao salvar um desconhecido. Este é o ponto de partida de ‘Boogie Oogie’, a próxima novela das seis, que estreia nesta segunda, dia 4 de agosto, com autoria de Rui Vilhena, direção geral de Ricardo Waddington e Gustavo Fernandez e direção de núcleo de Ricardo Waddington.

A trama conta uma história de encontros e desencontros durante uma época de efervescência e alegria, de tendências marcantes na moda, na música e no estilo de vida. O estado de espírito divertido e contagiante caminhava ao lado do anseio pela liberdade. Em meio a esse cenário único, Sandra (Isis Valverde) e Vitória (Bianca Bin), duas jovens de personalidades completamente opostas – que até o acidente com o monomotor não se conhecem – descobrem que suas histórias de vida, na verdade, fazem parte de uma vingança. E que o sangue que corre em suas veias não é o mesmo que o dos supostos pais.

Como tudo começou

Enquanto Sandra (Isis Valverde) está prestes a subir ao altar, Vitória (Bianca Bin) recebe o tão esperado pedido de casamento de Rafael (Marco Pigossi). De um lado, Sandra nos preparativos de uma cerimônia simples, porém cheia de amor. De outro, papéis picados caem do céu: Vitória, você quer se casar comigo? É o momento mais feliz da vida de duas jovens que nasceram na mesma data e têm suas vidas regidas pela mesma lua. Mas uma tragédia muda tudo e o destino provoca, como em um piscar de olhos, o encontro entre Sandra, Vitória e Rafael. Durante o romântico sobrevoo pela mansão de Vitória, o monomotor de Rafael apresenta problemas e cai. Em um ato de bravura, Alex (Fernando Belo), que está a caminho de seu casamento com Sandra, socorre o piloto. Ao retirá-lo das ferragens, no entanto, é ele quem fica preso e morre na explosão da aeronave. Desesperado ao saber que o homem que salvou sua vida estava a caminho do casamento, Rafael segue para a Igreja e descobre que a noiva é a mesma mulher que fez seu coração disparar na véspera da tragédia. Sandra e Rafael tinham se encontrado por acaso um dia antes do acidente. Vestida de noiva, Sandra fica chocada ao receber a notícia da morte do noivo que acabou de falecer. O remorso e a compaixão tomam conta do jovem piloto. Atormentado pela nobre atitude de Alex, Rafael sente-se responsável pelo sofrimento de Sandra e, na tentativa de amenizar a dor da jovem, tenta ajudá-la a superar a perda. Vitória, por sua vez, não compreende a angústia do seu noivo e não suporta a piedade que ele tem por Sandra. Mimada, prepotente e agressiva, Vitória não larga o amado por nada. Quer marcar logo a data do casamento, mas Rafael hesita. Ele está em duvida do seu amor por Vitória. Uma das grandes incentivadoras dessa relação é Cristina (Fabíula Nascimento), que sempre empurrou Rafael para os braços de Vitória. Casada com Mário (Guilherme Fontes), tio de Rafael, Cristina vê no namoro do sobrinho com Vitória a chance de mudar de status social. O casal, que optou por não ter filhos para curtir a vida, cuida de Rafael (Marco Pigossi) e de seu irmão, Serginho (João Vithor Oliveira), desde que os dois ficaram órfãos. Vitoria é a “princesinha da casa”, extremamente mimada pelo pai, Fernando (Marco Ricca). Mal humorado e de pavio curto, ele é o dono da agência de viagem Vip Turismo, que é coordenada com a ajuda do enteado Beto (Rodrigo Simas). A relação de pai e filha é tão forte que causa ciúmes em Carlota (Giulia Gam), mãe de Vitória. Com ela, a filha tem embates frequentes, cheios de bate-boca, geralmente contornados por Madalena (Betty Faria), “a apaziguadora”. Matriarca e dona da mansão na Gávea, bairro nobre do Rio de Janeiro, Madalena, mãe de Fernando (Marco Ricca), comanda o alto astral do ambiente. Dona de uma energia de fazer inveja, a vovó Madalena (Betty Faria) tem um verdadeiro coração de mãe. Agradecida pelo ato de coragem de Alex, ela ajuda a família do jovem a se recuperar da perda. Era Alex (Fernando Belo) quem ajudava a mãe com as contas da casa. Com a sua morte, dona Augusta (Sandra Corveoni) começa a ter dificuldade para controlar as despesas. Seu outro filho, Pedro (José Loreto), só quer saber de reconquistar Sandra (Isis Valverde). No passado, os dois tiveram um romance, mas depois Sandra o deixou por Alex. Agora, com a morte do irmão, Pedro acredita que o caminho até o coração da moça está livre. Ou melhor, quase. No caminho de Pedro há um obstáculo: seu chefe. Pedro conheceu Sandra e se apaixonou por ela logo após entrar para o exército e, no quartel, ocupar o cargo de ordenança do tenente-coronel Elísio (Daniel Dantas) – o pai da moça. Militar respeitado dentro e fora de casa, Elísio é um guardião dos bons costumes. Sua maior responsabilidade é educar os filhos como cidadãos exemplares. Sua esposa, Beatriz (Heloísa Périssé), compartilha do mesmo desejo. Além de Sandra, a filha mais velha, o casal tem outros dois herdeiros, Otávio (Jose Victor Pires) e Cláudia (Giovanna Rispoli). Pela felicidade dos três, Beatriz é capaz de tudo.

Duas famílias, um destino

Os familiares das jovens Vitória e Sandra vivem em mundos opostos. Rica e frequentadora da alta sociedade carioca, a família de Vitória (Bianca Bin) tem uma vida social agitada. Em contrapartida, a de Sandra (Isis Valverde) vive no anonimato. Mais humilde, a rotina deles se resume à agitação da vizinhança de Copacabana, onde vivem. O acidente de Rafael provocou faíscas e intensos conflitos entre as famílias. Enquanto Sandra vive o luto, Vitória quer contar aos quatro ventos que está noiva. A discórdia entre as duas é suficiente para as duas famílias declararem guerra. Mas o pior ainda está para acontecer. Quando bebês, Sandra e Vitória foram trocadas na maternidade. Sem que ninguém soubesse, o crime, motivado por ciúmes, foi planejado por Susana (Alessandra Negrini), ex-amante de Fernando (Marco Ricca). Ele a dispensou quando descobriu que sua legítima esposa, Carlota (Giulia Gam), estava grávida. A desculpa caiu como uma luva para encerrar de vez com o romance extraoficial. Financiada por Fernando, Susana muda-se para Nova Iorque, mas não antes de trocar as crianças na maternidade. O segredo de Susana, guardado há 20 anos, virá à tona quando ela retorna ao Brasil e descobre que Fernando, na verdade, tinha outra amante, Gilda (Letícia Spiller). Susana decide contar toda a verdade, para que a vingança se complete e ela acabe de vez com Fernando.

A revelação

A notícia da troca dos bebês cai como uma bomba e deixa todos em estado de choque. Beatriz descobre que Vitória, sua verdadeira filha, é quem sempre esteve em apuros quando ela sentia o coração apertado. Diante dos fatos, só resta realizar o teste de paternidade. Mas essa história não interfere apenas na família das duas jovens… Rafael (Marco Pigossi) e o irmão perderam os pais no incêndio do edifício Joelma, em 1974. Desde então, eles vivem com o irmão do pai, Mário (Guilherme Fontes), e sua mulher, Cristina (Fabíula Nascimento). O tio recebeu os dois de braços abertos; já a esposa não gostou muito da ideia. Ela até tinha carinho pelos meninos, mas sabia das dificuldades financeiras que enfrentaria com a educação dos dois. Apesar do marido afirmar que o esforço em educá-los seria um investimento para o futuro, que eles retribuiriam o amor e a dedicação do casal, Cristina não encarou bem a situação até enxergar no relacionamento de Rafael e Vitória a chance de mudar de vida. O sobrinho, no entanto, nunca esteve seguro quanto aos seus sentimentos por Vitória. Pressionado por Cristina, Rafael pede Vitória em casamento. Mas o seu reencontro com Sandra, no meio da tragédia que marcou suas vidas, mexem com os sentimentos do rapaz, que se vê apaixonado pela jovem. Entre um conflito e outro, vem à tona a revelação da troca dos bebês, provocando uma reviravolta no triangulo amoroso. A partir daí, Sandra e Vitória terão que enfrentar o desafio de conhecer a vida que lhes foi tirada desde o nascimento. Nada será como antes.

Na esquina um orelhão, no canto da sala uma vitrola

Entra ano, sai ano e a vida segue. As coisas mudam e, muitas vezes, os detalhes passam despercebidos. A rotina é tão forte, que mal se olha para o lado. Ao reproduzir o passado, é preciso atenção. Recriar os anos 70 exigiu uma longa pesquisa. As equipes de cenografia, assinada por Alexandre Gomes, e produção de arte, liderada por Nininha Medicis, empenharam-se na reprodução do clima descontraído e empolgante de 1978. Uma loja, uma cabine, a fachada de um prédio… Até mesmo uma carrocinha de cachorro-quente e a famosa vitrola são protagonistas dessa história. A trama central de ‘Boogie Oogie’ se passa na Zona Sul do Rio de Janeiro. Para reproduzir esta atmosfera, a cidade cenográfica foi dividida em duas áreas: uma rua de Copacabana, onde se localiza a casa da Sandra (Isis Valverde) e a de Inês (Deborah Secco), entre outras personagens; e uma rua de Ipanema, endereço da agência de viagens Vip Turismo, da discoteca Boogie Oogie, do curso de inglês, e da galeria com a boutique de Vitória (Bianca Bin). Cada local é bem distinto e herda as características do bairro. A Copacabana de ‘Boogie Oogie’ apresenta uma mistura de estilos e um comércio que começou nas décadas de 40 e 50 e que chegou aos anos 70. Lojas que não existem mais, como as de revelação de fotografias e as que vendiam disco de vinil, por exemplo, aumentam o ar vintage na cidade cenográfica, com cerca de seis mil metros quadrados de área construída. Para gravar cenas na área externa da casa dos Veiga Almeida da Silveira, a direção escolheu uma locação com características arquitetônicas muito presentes em mansões na década de 70. Já o interior é todo gravado em estúdio, no Projac, que contempla ainda outros 12 cenários, como o ambiente da discoteca Boogie Oogie. A casa noturna, destino de vários jovens da trama, apresenta uma mistura de detalhes de várias boates daquela época. A partir de referências pesquisadas em material sobre a Studio 54, a New York City, entre outras, a cenografia fez uma releitura desses ícones da era disco. O resultado é um grande ambiente com luzes coloridas, espelho e muita fumaça. Um amplo bar, sofás, pista de dança com cubos coloridos no piso, uma área para o DJ e um palco dão o toque final. Em paralelo ao trabalho da cenografia, a produção de arte ajudou a reproduzir os anos 70 de forma mais realista possível. Segundo Nininha Medicis, a referência básica veio de filmes e documentários que retratam a época. “Vimos o filme “Saturday Night Fever” (Embalos de Sábado à Noite) e também um documentário do Maurício Branco, chamado “Rio 40 Graus”. Sempre começamos nosso trabalho fazendo pesquisa de referência e, para isso, eu li diversos livros da época. O que também ajudou bastante foram as revistas que compramos em sebo. Com esse material, pudemos ver como eram as casas, os anúncios, os produtos, as roupas de cama e banho, toalhas de mesa e objetos de decoração”, pontua Nininha. Apesar de recriar uma época em que a Internet não existia, a ferramenta foi de grande importância para a equipe. A pesquisa de fotos na web ajudou a identificar o que se usava para decorar e compor o ambiente. “A partir daí começamos a trabalhar em cima de cada cenário, em contato com a cenografia, seguindo o conceito de cada casa e cada família”, explica a produtora. A mansão da família de Vitória (Bianca Bin), por exemplo, tem um cenário mais minimalista e com muito Op-art (Arte Óptica), um estilo artístico que utiliza ilusões óticas, bastante marcante na época. “Utilizamos muitos objetos característicos daquela década, como dragões chineses e obras de Palatnik (Abraham Palatnik). Temos a presença de muita prata e vidro, já que é uma família de poder aquisitivo mais alto”, completa Nininha. Já a casa de Elísio (Daniel Dantas) é mais simples e toda organizada. O tenente-coronel do exército e pai de Sandra (Isis Valverde) mantém as coisas no lugar, como destaca Nininha. “Lá é tudo etiquetado, como as pastas e os potes de condimentos. Também podemos ver livros de guerra e medalhas”. A produtora de arte explica que para marcar ainda mais os anos 70, a equipe utilizou muito acrílico, cortiça e plástico. “Cada pessoa que entra no nosso almoxarifado encontra peças que as fazem lembrar a época. Temos que construir o ambiente para a pessoa sentir-se nesse universo”. A discoteca é um dos cenários que reconstrói em detalhes o clima do período em que se passa a trama. “Algumas características não encontramos nas casas noturnas de hoje em dia, como o globo espelhado, o estroboscópio e a bagunça de cinzeiros. Vamos usar muitos baldinhos de gelo e toda a aparelhagem de som do DJ, que era a estrela da noite”, destaca. Mas a era disco não se limitava às pistas de dança. Na época também se curtia muito a praia e, para as cenas à beira-mar, a arte produziu pipas originais, pranchas de surfe com apenas uma quilha, além de galão de mate e barraca de sol feita de pano. Os quartos das personagens que entram no clima das ondas também estão cheios de referências. Entre um estilo e outro, surfista ou admirador da disco music, é possível identificar os códigos que ditavam a moda no final dos anos 70. Para ser cool e estar com o figurino em dia, era importante usar roupas e acessórios de marcas importadas, trazidas muitas vezes por aeromoças, como Inês, personagem de Deborah Secco. “Para complementar o look da Inês, fizemos algumas pesquisas sobre os comissários de bordo de companhias aéreas antigas e o que eles usavam como acessórios de viagem. A partir daí, definimos que a Inês usaria uma bagagem estilizada e personalizada para a novela, como mala de mão, mala midi, porta passaporte etc.”, pontua Nininha. Como a personagem é jovem e divide o apartamento com um amigo, a casa seguiu uma linha mais jovial. “Nela temos porta trecos e telefones de época, louça colorida, balde de cortiça e muitos livros”, detalha. Nininha destaca ainda a agência de turismo do personagem Fernando (Marco Ricca). Como não existia computador nos anos 70, o papel é ainda um material importante do escritório. 220;Mandamos fazer diferentes documentos de papel em gráfica, com a logomarca da agência. Era muito comum também entregar brindes, como canetas, calendários e chaveiros etc. Teremos também uma coleção de aviõezinhos”, diverte-se Nininha. De um modo geral, a era disco é lembrada em todos os cantos da novela. “Em cenas externas na cidade cenográfica, veremos muito velocípede, bicicleta, carrocinha de cachorro-quente e sorvete, vendedor de algodão-doce, além de crianças pulando corda, brincando de amarelinha, bambolê, andando de patins, entre outras atividades”, finaliza.

O colorido inspirador do figurino e o estilo marcante da caracterização

O ano de 1978 situa ‘Boogie Oogie’ em uma época de híbridos e o figurino da novela retrata a transição do estilo hippie, bem marcado no início da década, para o exagero dos anos 80. Tudo de uma forma bastante realista. Golas compridas e estampas, destaques nos anos 70, misturam-se a calças legging, ombreiras e camisetas, que adiantam a década de 80 e compõem o conjunto de peças que fizeram sucesso nas ruas naquele ano. O clássico fica por conta da calça reta e da cintura alta. E o charme pelo glitter, paetês e lantejoulas. Filmes que retratam a época, principalmente entre os anos de 1975 e 1980, somaram na composição do figurino da trama com peças características. “Eu quis colocar outros signos, como meias de lurex com sandália, e algumas personagens com o estilo de John Travolta, relembrando o ‘Embalos de Sábado à Noite’”, explica a figurinista Marie Salles. Como resultado, a Inês (Deborah Secco) ganhou um estilo americano, com o uso de calças pantera e o body. Ela é aeromoça e consegue os últimos lançamentos das passarelas internacionais. Já a Sandra (Ísis Valverde) traz a marca do hippie, com um visual mais orgânico e natural. A personagem usa blusa de crochê, calças com lavagens e outras com recortes, como se ela mesma fizesse a própria roupa. “Em contraponto, a Vitória é super anos 80, sofisticada e moderna, e usa roupas com estampas coloridas e minissaias curtas”, conta a figurinista. Para o figurino de Carlota (Giulia Gam), que é mais sofisticado, chique e, ao mesmo tempo, minimalista, as peças foram confeccionadas pela equipe de Marie. Os homens também ganharam cuidados especiais. Amaury (Junno Andrade), que é dono da boate Boogie Oogie, tem o estilo John Travolta, muito usado em 1978. Já o piloto Rafael (Marco Pigossi) veste calça jeans, camiseta branca e casaco de couro, compondo um visual aviador. Para os surfistas, a figurinista também reservou jaquetas e calças jeans, peças que se completam com camisetas com estampa de surfe. Muitas peças foram encontradas em brechós e lojas que guardam itens confeccionados nos anos 70. Porém, a equipe também trabalhou na produção e confecção de roupas especialmente para a novela. “Desenvolvemos muitas coisas, como a maioria dos jeans das personagens. Eles precisavam ser de cintura alta, com a lavagem certa e modelagem nas proporções corporais de hoje em dia, confortáveis. Também confeccionamos biquínis”, conta Marie. O processo em ateliê durou cerca de três semanas. “A gente tinha os tecidos aqui. Na confecção, desenhamos modelos e escolhemos as cores que vão para a costura e modelagem”, revela a figurinista. O que sobra em detalhes no figurino praticamente desaparece na caracterização. No dia a dia das personagens femininos, a maquiagem é simples. O colorido da época entra em ação nas cenas de festas e nas boates. O batom de cor com gloss por cima e os olhos pintados com glitter e sombras marcantes, bem no clima alegre dos anos 70, são reservados para a noite. O estilo da caracterização de ‘Boogie Oogie’ caminha do hippie ao glamour, com as personagens Sandra (Isis Valverde), que tem o cabelo comprido e natural, e Vitória (Bianca Bin), que usa o cabelo loiro com estilo moderno. Referência da época, o corte de cabelo da atriz Farrah Fawcett, na série “As Panteras”, pode ser visto na personagem Inês, interpretada por Deborah Secco. O penteado escolhido para a atriz foi o mais copiado no mundo nos anos 70.

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