
Líder trabalhista e motoboy, Paulo Lima, conhecido como Galo de Luta, causou polêmica ao criticar “mimimi” na esquerda e o desvio do foco, que seria a união da classe trabalhadora.
As falas aconteceram no podcast 3 Irmãos. Ele defendeu o machismo e a homofobia dos homens trabalhadores como parte do senso comum, e que não devem ser rechaçados pela esquerda, que segundo ele estaria perdendo o contato com o povo por conta das pautas identitárias e liberais.
Ele cria a hipótese de um papo de bar onde dois homens do proletariado estão tomando uma cerveja e criticando o excesso de direitos que as mulheres agora têm. “No senso comum, no debate geral entre os trabalhadores homens, em grande maioria e tal, o debate é: as mulheres estão sendo privilegiadas por esse sistema woke de esquerda“, iniciou o rapaz.
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“Agora, num boteco ali, dois trabalhadores pararam, estão tomando uma cerveja, e provavelmente esse papo tá rolando. Esse papo é forte, xará! Agora tudo é a mulher, a mulher tem direito de tudo. Você não pode nem gritar com a mulher, que você vai preso. Quer dizer que a minha mulher pode me bater, e eu não posso bater nela?””, comentou, sobre as conversas que acontecem nesses ambientes.
Galo de Luta dá opiniões polêmicas sobre a esquerda
Ele disse também que uma das coisas que mais atrapalha a esquerda hoje, é que não existe espaço para o “escroto” na esquerda. “Você tem que ser perfeito”, disparou, argumentando que comentários machistas e misóginos são parte do senso comum, e que todo trabalhador do Brasil está inserido nesse meio.
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Ele comentou que quando não acolhemos o “escroto” na esquerda, estamos jogando-o no colo da extrema direita por rejeitar o diálogo com ele.
Ele foi além ao falar sobre pautas de gênero. “Por que todo mundo tem que jogar na mesma posição? Por que eu, que sou um motoboy, que tenho que fazer greve de motoboy, tenho que defender quem quer dar o ##? Olha só a palavra que eu usei: dar o ##… Ofensivo, né? Mas é assim que o trabalhador fala“, explicou.
“Por que a Erika Hilton não defende isso? Eu defendo o meu, e a gente joga no mesmo campo. Ela numa posição, eu numa outra (…) por que todo mundo tem que se comunicar do mesmo jeito? Por que todo mundo quer ser o camisa 10? Tá todo mundo querendo ser o Ronaldinho Gaúcho. E o gol, e a zaga, e o camisa 3, o camisa 4, o camisa 2, o camisa 8…”, opinou o influenciador.
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