
O preço da cesta básica subiu nos últimos quatro anos – ou seja, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas o ritmo de alta variou bastante conforme o período e a região do país.
Capitais das regiões Norte e Nordeste, como Aracaju e Recife, registram valores nominais médios menores (ficando ao redor de R$ 594 a R$ 600 nos menores índices), enquanto capitais do Sudeste e Centro-Oeste, lideradas por São Paulo e Cuiabá, apresentam as cestas mais caras do país, superando os R$ 900.
Entre janeiro de 2023 e meados de 2026, o aumento da alimentação no domicílio desacelerou para cerca de 13,6%, embora itens pontuais como café, legumes e carnes ainda tenham oscilado para cima em alguns Estados, como aponta a CNN Brasil e DIEESE.
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Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) apontam que a valorização do salário mínimo nos últimos anos atenuou o peso proporcional da compra no orçamento, exigindo menos horas de trabalho do que no pico inflacionário de 2022, embora o custo nominal acumulado continue pesando nas despesas mensais das famílias.
Como citado, o preço médio da cesta básica no Brasil varia conforme a região, mas a capital com o custo mais alto é São Paulo, onde o valor médio fica em torno de R$ 952 a R$ 965, segundo levantamentos recentes do Dieese e Conab.
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Atualmente, mesmo tentando modos de frear o aumento da cesta básica, o governo Lula não conseguiu impedir que carnes e legumes conseguissem ficar mais caros. Para 2027, o governo tentará impor novas medidas para abaixar os preço mas, para isso, precisará vencer as Eleições deste ano.
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