
O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal. Dessa forma, a decisão foi assinada pelo ministro Wellington César Lima e Silva no dia 18 de setembro e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (21/09).
Eduardo Bolsonaro foi desligado da PF por abandono de cargo
Em suma, a punição ocorreu por abandono de cargo. De acordo com o processo administrativo disciplinar, Eduardo acumulou mais de 30 dias consecutivos de faltas sem justificativa. Desse modo, a Polícia Federal (PF) concluiu o processo em julho e recomendou a demissão. Na época, a decisão ainda dependia da assinatura do ministro da Justiça.
Após perder o mandato de deputado federal, ele deveria retornar ao cargo na PF, no Rio de Janeiro, mas não se reapresentou. A corporação havia determinado anteriormente a entrega da carteira funcional e da arma de fogo.
++ Lula fala sobre evangélicos e critica Igreja Católica
Alvo de perseguição política? Ex-deputado vive nos EUA
Além do processo administrativo na PF, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Eduardo a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Na decisão, o STF entendeu que ele atuou junto a autoridades dos Estado Unidos (EUA) para pressionar integrantes do Judiciário brasileiro.
Sendo assim, a Corte fixou pena de quatro anos e dois meses de prisão e também declarou a perda do cargo de escrivão da PF.
++ Trump cobra Lula por combate ao PCC e CV, e governo brasileiro reage
O ex-deputado vive nos EUA desde fevereiro de 2025. Na época da mudança, ele afirmou que permaneceria no país por considerar que era alvo de perseguição política no Brasil.






