Maxx Fercondini / Instagram

Na tarde desta sexta-feira (13) o ator Max Fercondini usou suas redes sociais para avisar aos seus amigos e fãs que ele finalmente cruzou o oceano Atlântico. Ele, vale dizer, estava há 19 dias no oceano com o seu veleiro.

Essa é a segunda vez que o ator encara essa aventura, e confessou que no começo achou que não valia a pena repetir um trajeto que já tinha feito, no entanto, após esses dias dentro do veleiro, ele viveu novas experiência e emoções e isso foi muito especial para ele.

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“Acabo de cruzar o oceano Atlântico pela segunda vez em um veleiro. Nunca achei que repetir trajetos fizesse sentido. Existem tantos destinos e possibilidades que percorrer o mesmo caminho pode parecer perda de tempo. Mas não é. Ou pelo menos não foi. Durante os 19 dias, 7 horas e 24 minutos de navegação revisitei emoções que tive na vida, lembrei de pessoas queridas e lugares onde experimentei a doce alegria de estar vivo e presente. Corrigi meus erros. Perdoei pessoas e ri alto de tudo isso, com a boca cheia de dentes”, contou ele.

“Por mais que fôssemos 4 pessoas a bordo no veleiro, essa viagem é muito pessoal. É preciso enfrentar os medos, as angústias e principalmente o tempo a passar lentamente, que no mar é diferente dos centros urbanos. Durante os longos dias de navegação as tarefas são poucas, mas tudo que se tem para fazer, faz sentido para dentro de nós. No meio do oceano não existe moeda, competições bobas ou falsas ambições. Lá, onde o filho chora e a mãe não ouve, o ego é colocado no seu devido tamanho, frente ao imenso oceano que habita dentro e fora da gente”, continuou.

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“Tem que encarar o desafio inteiramente ou então você naufraga. Termino mais uma etapa da minha vida feliz por cumprir com sucesso essa missão. Espero poder repetir os bons caminhos, assim como me alegro quando reencontro um velho amigo. Essa travessia tratou-se disso. Um reencontro pessoal. Estar por tantos dias imerso em meus pensamentos me fez enxergar para além da nossa curta existência na Terra. Que os próximos passos sejam dados ao sabor dos bons ventos e de mares que me preparem para desafios maiores”, finalizou ele.

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Acabo de cruzar o oceano Atlântico pela segunda vez em um veleiro. Nunca achei que repetir trajetos fizesse sentido. Existem tantos destinos e possibilidades que percorrer o mesmo caminho pode parecer perda de tempo. Mas não é. Ou pelo menos não foi. Durante os 19 dias, 7 horas e 24 minutos de navegação revisitei emoções que tive na vida, lembrei de pessoas queridas e lugares onde experimentei a doce alegria de estar vivo e presente. Corrigi meus erros. Perdoei pessoas e ri alto de tudo isso, com a boca cheia de dentes. Por mais que fôssemos 4 pessoas a bordo no veleiro, essa viagem é muito pessoal. É preciso enfrentar os medos, as angústias e principalmente o tempo a passar lentamente, que no mar é diferente dos centros urbanos. Durante os longos dias de navegação as tarefas são poucas, mas tudo que se tem para fazer, faz sentido para dentro de nós. No meio do oceano não existe moeda, competições bobas ou falsas ambições. Lá, onde o filho chora e a mãe não ouve, o ego é colocado no seu devido tamanho, frente ao imenso oceano que habita dentro e fora da gente. Tem que encarar o desafio inteiramente ou então você naufraga. Termino mais uma etapa da minha vida feliz por cumprir com sucesso essa missão. Espero poder repetir os bons caminhos, assim como me alegro quando reencontro um velho amigo. Essa travessia tratou-se disso. Um reencontro pessoal. Estar por tantos dias imerso em meus pensamentos me fez enxergar para além da nossa curta existência na Terra. Que os próximos passos sejam dados ao sabor dos bons ventos e de mares que me preparem para desafios maiores.

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