Debora Bloch em ‘Segunda Chamada’ – Divulgação: TV Globo

A série ‘Segunda Chamada‘ da TV Globo é um verdadeiro sucesso. Sempre quando está no ar, logo se torna um dos assuntos mais comentados no Twitter. Além da carga emocional que a atração traz, ela é bastante elogiada por falar um tema que é pouco tratado na mídia: a realidade nas escolas do Brasil.

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Em conversa com o portal UOL, uma das autoras de ‘Segunda Chamada’, Carla Faour falou sobre a insipração que teve para a realizaçã odela. Para ela, não existe uma história real, é apenas baseada nos dados reais:

“Fazemos ficção em cima de dados reais. Não teve nenhum caso de transpor uma história do começo ao fim. Precisamos condensar as histórias. Às vezes a origem de uma história foi uma frase, uma notícia de jornal que a gente leu. Tem muito trabalho de dramaturgia. A gente leu uma reportagem e vimos na internet uma foto muito emblemática de uma escola em que os alunos estavam assistindo a aula com o guarda-chuva aberto. Construímos, partir disso, o dia de chuva na escola”, disse uma.

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A outra autora de ‘Segunda Chamada’, Julia Spadaccini também falou ao portal. Ela conta que não tem preocupação com os números de audiência da série, no entanto, ela procura passar a realidade.

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Realidade essa que a autora considera importantíssima o público ter conhecimento: “Vimos a história de um morador de rua que tinha conseguido fazer faculdade e levamos para a série, que é o personagem do José Dumont. A dona Jurema também, interpretada pela Teca Pereira. O tempo inteiro ouvimos os professores falarem de mulheres mais velhas que eram proibidas pelos maridos de estudar”. 



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