Vitor Bourguignon e Paola Carosella – Divulgação: Band/Montagem: Área Vip

O fim da temporada de ‘MasterChef- A Revanche’ aconteceu na noite desta última terça-feira (17), e claro, não muito diferente do que costuma ser, gerou grande apreensão nos telespectadores e principalmente entre os finalistas. Na ocasião, Vitor Bourguignon foi o grande campeão da temporada, derrotando Estefano, o vice-campeão.

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Em entrevista concedida ao portal UOL, por sua vez, o primeiro colocado confessa que acreditava nas chances de perder a estatueta e o grande prêmio. “Acho ele merecedor tanto quanto eu. Ele tem uma trajetória linda. Até o anúncio eu me colocava como vice-campeão e por isso fiquei atônito, sem reação. De coração, sou grato a Deus por dividir esse momento com o Estefano. Gostaria que ele tivesse levantado o troféu comigo”, diz.

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Participante do formato em meados de 2017, ele atuava como empresário e mudou a carreira após ser reconhecido na atração, onde atuou como estágio por três meses no restaurante de Paola Carosella sob convite da própria, mas recusou uma oferta tentadora da chef. “A vida é feita de oportunidades e no momento que chegou a oportunidade de ser efetivado eu tive a possibilidade de abrir meu negócio em Curitiba. Por julgar que em três meses eu absorvi o que era mais fundamental em termos te aprendizado e técnica eu achei que poderia caminhar com minhas próprias pernas”, justifica.

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Faturando R$ 250 mil, o curitibano abriu uma hamburgueria neste ano e agora planeja outro negócio. “Com o dinheiro vou me estruturar para ter o meu buffet para atender grandes eventos. Além da hamburgueria estou abrindo uma casa de strogonoffs, mais popular”, diz ele, que não esconde as dificuldade que estão por vista: “A maior dificuldade é entregar o mesmo padrão dia após dia porque é isso que vai manter a clientela”, alega.

Embora na primeira tentativa tenha saído de mãos abanando, na concepção de Vitor, tudo serviu de aprendizado: “A eliminação não foi uma pedra, mas um trampolim. O MasterChef me deu oportunidade de fazer eventos, trabalhar, conhecer pessoas que tinham interesse na minha cozinha. Isso foi muito importante para minha mudança profissional”, diz.



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