
Roberta Flack foi diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica, conhecida pela sigla ELA. A cantora é um dos grandes sucessos da música internacional, vencendo o prêmio Grammy. Dentre os seus principais sucessos está Killing Me Softly with His Song, conhecida em todo o planeta.
Em comunicado emitido publicamente através dos seus assessores, Roberta Flack explicou que a doença lhe impede de cantar: “torna impossível cantar e dificulta a fala”, começou dizendo. Ainda que não tenha condições físicas para entoar a voz, a artista demonstrou muita disposição para o combate contra a ELA, reforçando que a condição jamais será capaz de lhe manter em silêncio: “Mas será preciso muito mais do que a ELA para silenciar este ícone”, disseram os seus assessores.
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Roberta Flack conta com diversos trabalhos sobre a sua vida que serão lançados em breve. Um documentário que retrata a carreira será exibido na próxima semana em um festival de cinema que acontece em Nova York, nos Estados Unidos. Em janeiro do ano que vem, por sua vez, a cantora fará a publicação de um livro infantil.
A artista colocou inúmeros hits no “top 1” no decorrer da década de 1970, além de lançar 20 álbuns ao longo de sua carreira. Vencedora por quatro vezes do Grammy, Roberta Flack foi agraciada em 2020 com um prêmio em razão do conjunto de sua obra.
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A artista também se tornou a primeira cantora a vencer por duas vezes consecutivas o prêmio de gravação do ano, sendo em 1973 por First Time I Ever Saw Your Face e em 1974 por Killing Me Softly with His Song.
A ELA, também conhecida como doença de Lou Gehrig, atinge principalmente as células nervosas do cérebro humano, bem como a medula espinhal do paciente – zonas cruciais para determinar as ações dos músculos do corpo. Por esse motivo, a doença é degenerativa e causa uma lenta paralisia até levar o paciente ao óbito.
Colaborou: Henrique Furtado.




