Xuxa, Junno e Dudu / Instagram

Xuxa Meneghel passou por um momento bem delicado na última segunda-feira (11). Ela perdeu o seu cachorrinho Dudu, que tinha 11 anos, devido a uma parada cardíaca.

O  cachorrinho era considerado como um filho pela rainha e deixou muitas saudades para ela e também para o seu namorado Junno Andrade.

Nesta última terça-feira (12), Junno fez uma linda homenagem a Dudu no seu Instagram. Ele compartilhou alguns momentos ao lado do amiguinho e falou sobre o amor  que um ser humano pode ter pelos animais.

Meu pai era um apaixonado por cachorros, por bichos, e minha irmã trouxe isso bem forte em seu DNA. Eu sempre tive cachorro, gato, peixe, até passarinho, mas não entendia o amor que eles sentiam pelos bichos, aquela paixão… sério, achava meio exagerado. “Amava” meus bichinhos, pelo menos pensava que sim, mas era diferente, outra intensidade. Até ser apresentado por um carinha minúsculo, carismático, com uma personalidade marcante, aliás, hoje nem o considero mais um cachorro, no mínimo um duendezinho, que atendia pelo nome de Dudu. Sim, Eduardo Meneghel, o Duduzinho… No nosso segundo encontro, já fui recebido por um sorriso e algo que parecia uma reverência…. ele abaixava a cabeça em meio a centenas de abanadas com seu rabinho cotôco, que mais parecia um liquidificador“.

Com o tempo isso foi aumentando, ele esfregava seu corpinho pelo meu corpo, como se quisesse entrar dentro de mim. A gente quase conversava, tinhamos alguns códigos, eu quase sempre acertava quando ele queria brincar, ir fazer xixi, cocô…. comer….. até discutia com ele… queria que o tempo voltasse pra não reclamar mais das vezes que ele ficava latindo sem parar, querendo chamar minha atenção. Tudo que eu queria agora era ter enxaqueca de tantos latidos. Sim, era comigo mesmo. A Xu perguntava: “-O que voce quer Dudu”, e ele olhava pra mim, balançava a cabeça, tipo “vem pra cá papai”, vamos brincar, ou apenas deite aqui do meu lado, parecia até saber que tinhamos pouco tempo….“.

Com o tempo ele também escolhia o meu colo, o meu braço, se sentia seguro. Ele fez com que sua mãe confiasse seus cuidados a mim. Hoje posso dizer que entendo perfeitamente o amor que meu pai e minha irmã sentiam. Aprendi fora de casa, acho que o ciúme de não me sentir igual a eles me impediu de compreender, mas vendo a relação entre a Xu e o Dudu foi inevitável. Era amor puro, do mais único e lindo de se ver. A Xu sempre deu voz ao Dudu, permitia, respeitava seu espaço, suas vontades, sempre o tratou como filho, e não tenho duvidas que era, afinal, alma não tem raça, espécie, cor….. então, estou aqui apenas pra agradecer o amor e o respeito que aprendi a sentir por esse carinha tão meu amigo, tão presente e tão amoroso“.

O Dudu era temperamental com a maioria das pessoas, eram poucas as suas escolhas e preferências, no entanto, nunca sequer rosnou pra minha filha, como uma demonstração de respeito, por ela ele descartou qualquer adaptação, como as vezes era preciso. Meu filho de pêlo, filho que ganhei da minha amada, e ele me fez merecedor desse amor, me escolheu e me ensinou, me cativou. Agora siga em paz meu filhote, leve com voce todo o amor que voce conquistou aqui, e não é pouco, é infinito”.

Voce com certeza estará sempre nas minhas melhores lembranças. Um dia a gente se encontra de novo. Obrigado por nos proteger tanto, você, tão pequeno, era um verdadeiro gigante quando queria nos proteger, e eu prometo continuar protegendo sua mamãe amada em sua ausência física, fica tranquilo. Te amo meu filho de pêlo, aprendi esse termo tão apropriado com sua mãe, mas esse lugar foi você quem conquistou em meu coração. Um dia a gente se reencontra e vou brincar de novo com voce, vou contar as horas“, finalizou a declaração.

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Meu pai era um apaixonado por cachorros, por bichos, e minha irmã trouxe isso bem forte em seu DNA. Eu sempre tive cachorro, gato, peixe, até passarinho, mas não entendia o amor que eles sentiam pelos bichos, aquela paixão… sério, achava meio exagerado. “Amava” meus bichinhos, pelo menos pensava que sim, mas era diferente, outra intensidade. Até ser apresentado por um carinha minúsculo, carismático, com uma personalidade marcante, aliás, hoje nem o considero mais um cachorro, no mínimo um duendezinho, que atendia pelo nome de Dudu. Sim, Eduardo Meneghel, o Duduzinho… No nosso segundo encontro, já fui recebido por um sorriso e algo que parecia uma reverência…. ele abaixava a cabeça em meio a centenas de abanadas com seu rabinho cotôco, que mais parecia um liquidificador. Com o tempo isso foi aumentando, ele esfregava seu corpinho pelo meu corpo, como se quisesse entrar dentro de mim. A gente quase conversava, tinhamos alguns códigos, eu quase sempre acertava quando ele queria brincar, ir fazer xixi, cocô…. comer….. até discutia com ele… queria que o tempo voltasse pra não reclamar mais das vezes que ele ficava latindo sem parar, querendo chamar minha atenção. Tudo que eu queria agora era ter enxaqueca de tantos latidos. Sim, era comigo mesmo. A Xu perguntava: “-O que voce quer Dudu”, e ele olhava pra mim, balançava a cabeça, tipo “vem pra cá papai”, vamos brincar, ou apenas deite aqui do meu lado, parecia até saber que tinhamos pouco tempo…. Com o tempo ele também escolhinha o meu colo, o meu braço, se sentia seguro. Ele fez com que sua mãe confiasse seus cuidados a mim. Hoje posso dizer que entendo perfeitamente o amor que meu pai e minha irmã sentiam. Aprendi fora de casa, acho que o ciúme de não me sentir igual a eles me impediu de compreender, mas vendo a relação entre a Xu e o Dudu foi inevitável. Era amor puro, do mais único e lindo de se ver. A Xu sempre deu voz ao Dudu, permitia, respeitava seu espaço, suas vontades, sempre o tratou como filho, e não tenho duvidas que era, afinal, alma não tem raça, espécie, cor….. então, estou aqui apenas pra agradecer o amor e o respeito que aprendi a sentir por esse carinha tão meu amigo, tão present

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Continua….. então, estou aqui apenas pra agradecer o amor e o respeito que aprendi a sentir por esse carinha tão meu amigo, tão presente e tão amoroso. O Dudu era temperamental com a maioria das pessoas, eram poucas as suas escolhas e preferências, no entanto, nunca sequer rosnou pra minha filha, como uma demonstração de respeito, por ela ele descartou qualquer adaptação, como as vezes era preciso. Meu filho de pêlo, filho que ganhei da minha amada, e ele me fez merecedor desse amor, me escolheu e me ensinou, me cativou. Agora siga em paz meu filhote, leve com voce todo o amor que voce conquistou aqui, e não é pouco, é infinito. Voce com certeza estará sempre nas minhas melhores lembranças. Um dia a gente se encontra de novo. Obrigado por nos proteger tanto, voce, tão pequeno, era um verdadeiro gigante quando queria nos proteger, e eu prometo continuar protegendo sua mamãe amada em sua ausência física, fica tranquilo. Te amo meu filho de pêlo, aprendi esse termo tão apropriado com sua mãe, mas esse lugar foi voce quem conquistou em meu coração. Um dia a gente se reencontra e vou brincar de novo com voce, vou contar as horas.

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Ator Dudu Azevedo lamenta perda: “Saudade”

Xuxa perde Dudu e é substituída na RecordTV

Xuxa e Dudu – Reprodução: Instagram

A apresentadora Xuxa sofreu uma grande e triste perda neste último dia 11! O seu cachorro Dudu, chamado por ela de filho de pelos e companheiro, faleceu na manhã desta segunda-feira. O cachorro da raça Yorkshire, tinha 11 anos e não resistiu a uma parada cardíaca.

Ela estava em São Paulo para a gravação do programa The Four, acompanhada pelo amigo. De acordo com o portal R7, abalada, ela terá que ser substituída pelo apresentador Marcos Mion, que comandará a gravação do reality desta semana… Saiba mais!

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Xuxa lamenta morte de Dudu: “Um filho que me deixou muito cedo”



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