
Silas Malafaia decidiu comentar a disputa judicial envolvendo Wagner Moura logo após o ator apresentar uma queixa-crime contra ele. Em suma, a ação pede a condenação do pastor por supostas ofensas consideradas injuriosas e difamatórias. Além disso, alega que as declarações tiveram como objetivo atingir sua honra e reputação.
Silas Malafaia se revolta após Wagner Moura levar o caso à Justiça
Em entrevista ao portal ‘Metrópoles”, Malafaia criticou a iniciativa e afirmou que está sendo alvo de perseguição por suas posições políticas. De acordo com ele, diversas pessoas fizeram comentários negativos sobre o ator nas redes sociais após a derrota no “Oscar 2026”, mas apenas ele foi acionado judicialmente.
“Isso é fruto da perseguição e da intolerância de um esquerdopata. Na época [das ofensas, feitas após o ator perder o Oscar 2026 por O Agente Secreto], milhares de pessoas até xingaram ele. Por que ele escolheu a mim? Porque eu disse que ele tinha vínculo com Lula e que o cachê que ele recebeu tinha dinheiro público.“, disparou logo a princípio.
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Na sequência, o pastor evangélico completou: “Nunca vi no Brasil acontecer isso com ninguém. (…) Isso [a derrota de Moura no Oscar] virou meme na rede social. Na época que ele perdeu, as pessoas xingaram ele. Por que contra mim? Por que eu sou um ícone que bato e denuncio o governo Lula?“, indagou por fim.
Relembre e entenda “treta”
O embate entre Silas e Wagner Moura ganhou dimensão judicial após o ator ingressar com uma ação na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. No processo, o artista pede uma indenização de R$ 100 mil por declarações feitas pelo pastor em plataformas digitais. Desse modo, agora o caso tramita sob sigilo e ainda aguarda decisão da Justiça.
As manifestações de Malafaia ocorreram durante o período em que o astro concorria ao “Oscar de Melhor Ator” por sua atuação em “O Agente Secreto”. Na ocasião, o líder religioso afirmou que o famoso teria sido beneficiado por recursos públicos destinados ao setor audiovisual.
Na ação judicial, porém, o ex-global sustenta que não participou da captação de recursos do longa-metragem. Kleber Mendonça Filho dirigiu o filme, que teve orçamento de aproximadamente R$ 28 milhões. Empresas do Brasil, França, Alemanha e Holanda se uniram para viabilizar a coprodução internacional da obra
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