Marcos Mion – Instagram/Reprodução

Neste domingo é dia dos pais, e o apresentador da Record TV resolveu abrir o seu coração e contar sobre sua relação com o filho Romeo, que tem autismo. Marcos Mion decidiu falar sobre os preconceitos que o herdeiro já recebeu por causa de seu problema.

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“Minha condição de artista e pessoa pública blindou muito minha família de preconceito explícito. Mas não impediu cem por cento, porque sim, sofremos em diversas situações. Agora, preconceito velado, aquele olhar de desprezo, atravessado, às vezes de nojo, nossa… Isso já aconteceu milhares de vezes!!!”, contou ele, à colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia.

“Existe muito preconceito. Pela falta de informação e porque o autismo não é uma deficiência visível. Pode parecer que a pessoa está querendo se passar por deficiente para se beneficiar de algum direito, afinal autismo não tem cara! Não é óbvio que a pessoa é”, explicou.

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Hoje, o famoso expõe a sua vida com o filho nas redes sociais, mas comentou que precisou pensar antes de toda a exposição que viria.

“Eu sabia no que minha vida iria se transformar e eu queria estar pronto para isso. Preparado pra ajudar as milhares de pessoas que me procuram. Tinha que ter mais experiência, preparo e conhecimento, pois sabia que representaria uma comunidade gigante e queria honrar o trabalho de conscientização que já foi feito antes de mim. E, claro, porque se trata de outra pessoa, meu filho, então tínhamos que ter tudo seguro e preparado para ele não sofrer”, disse.

“Agora está claro qual é a minha missão! Sou guardião de um anjo de Deus na Terra. Sou um escolhido. Que honra sem fim!”, comentou, emocionado, ao revelar sua fé.

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Ainda disse sobre um encontro que teve a de ter escrito dois livros sobre autismo e contou a luta pelos direitos para quem vive com o problema: “Tive a oportunidade de falar com o atual presidente da República porque fui convocado. E, estivesse o poder de sancionar a lei nas mãos de quem fosse, lá estaria eu. Fui com um papel social de representatividade, estava ali em em nome de toda a comunidade autista, e me mantive fiel a essa enorme responsabilidade. Tivemos uma importante vitória, mas há ainda muito mais a se conquistar para tirar os autistas da invisibilidade”, afirmou.

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