Neymar e Najila Trindade / Foto Montagem: Área Vip

O escândalo polêmico que tomou conta da mídia nos últimos meses envolveu o nome de Neymar Jr. O jogador foi acusado de estupro pela modelo Najila Trindade em meados do final de maio, conforme você leitor acompanhou atentamente aqui no Área Vip.

De início, a loira havia sido tratada como vítima do caso, porém, nesta semana, a delegada Juliana Bussacos revelou, em entrevista, que não encontrou provas suficientes para comprovar o crime denunciado pela modelo. Após ter feito declarações polêmicas e detalhadas acerca do assunto, Najila agora, está sob investigação de extorsão e denunciação caluniosa, segundo informações do portal UOL Esporte.

Além da delegada de Defesa da Mulher que investigou o caso, a delegada Monique Lima, da 11ª Delegacia de Polícia de Santo Amaro, zona sul de São Paulo, também se fez presente na coletiva. O caso Neymar, com relação sobre a ‘vítima’, foi realizada uma petição em nome do craque e seu pai, acusando a modelo. “Foi perguntado [na coletiva] se a polícia tinha indícios de denunciação caluniosa. Não foi um curso inicial [iniciativa] da polícia, mas porque nós fomos procurados por uma das partes [Neymar] através de uma petição. Como qualquer outra pessoa do povo que nos aciona, o inquérito foi instaurado”, revelou Monique.

A pena para casos como este, inclusive, giram em torno de 2 a 10 anos, no geral. A delegada optou por não dar detalhes sobre o inquérito, visto que muitas provas ainda estão sob sigilo, mas adiantou que não possui uma resposta certa. “Não há nenhuma convicção formada neste momento. Por isso que eu disse que era prematuro estabelecer qualquer confirmação sobre responsabilização”, concluiu.

Inquérito concluido

Na tarde desta sexta-feira (29), a delegada Juliana Lopes Bussacos, titular da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, concluiu o inquérito que apurava as acusações de estupro e agressão feitas pela modelo Najila de Souza Trindade contra o jogador Neymar Jr.

Segundo o portal G1, a polícia decidiu não indiciar o atacante do Paris Saint-German pelo crime, e agora as promotoras do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid) podem oferecer denúncia (acusação formal à Justiça), pedir o arquivamento do inquérito ou novas diligências. O Ministério Público tem prazo legal de 15 dias para se manifestar. Saiba mais detalhes!

Relembre o caso

No dia 31 de maio Najila Tridade fez um boletim de ocorrência acusando o jogador Neymar Jr de estupro. A modelo contou aos policiais que conheceu o atleta no Instagram e, depois de algumas mensagens trocadas pela rede social, os dois começaram a se falar por WhatsApp.

Depois de algumas semanas de conversa, ela foi convidada por ele para ir a Paris visita-lo. Segundo ela, Neymar pagou todos os custos da viagem. A jovem chegou a cidade no dia 15 de maio e à noite o jogador esteve no quarto dela.

Najila relatou que o atacante estava alterado e fez contra a vontade dela, além disso, não teria usado camisinha. Em seu depoimento, o atacante disse que usou preservativo e o jogou no vaso sanitário na sequência.

No dia seguinte, Neymar voltou ao hotel e foi agredido por Najila. Ela gravou esse segundo encontro alegando que queria ter uma prova contra o atleta. O vídeo em que aparece batendo no jogador viralizaram na webe a modelo disse que isso foi um revide às supostas agressões que sofrera na véspera.

Também surgiram na web fotos e um laudo apontando hematomas nas nádegas de Najila. Na troca de mensagens entre eles, Neymar falou que a modelo também foi culpada pelas lesões porque “pedia mais”. Ela negou.

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