Alexandre de Moraes arquiva inquérito contra Elon Musk

STF encerra investigação

Joaquim Neto
Joaquim Neto
Redator e produtor de conteúdo. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa. Acompanha de perto os movimentos do entretenimento e da mídia contemporânea com olhar crítico sobre tudo o que acontece na televisão, música, cultura pop, cotidiano e política.
Elon Musk - Foto: NBC
Elon Musk – Foto: NBC

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu arquivar o inquérito que investigava o bilionário Elon Musk, proprietário da plataforma X. A decisão foi tomada após pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

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No despacho assinado nesta semana, Moraes ressaltou que cabe ao Ministério Público avaliar se há ou não elementos suficientes para oferecer denúncia contra um investigado.

Segundo o ministro, a manifestação do procurador-geral possui caráter definitivo, podendo ser revista apenas caso surjam novas provas relevantes sobre o caso.

PGR aponta falta de provas

Em parecer enviado ao Supremo, Paulo Gonet afirmou que as investigações não encontraram evidências que sustentassem a tese de que a rede social teria sido utilizada de forma criminosa.

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A apuração buscava esclarecer uma suposta “instrumentalização criminosa” da plataforma contra autoridades do Judiciário.

No entanto, de acordo com o chefe do Ministério Público Federal, os elementos reunidos indicaram apenas falhas operacionais pontuais da rede social.

Segundo o procurador, essas falhas foram notificadas às equipes responsáveis pela plataforma e corrigidas rapidamente.

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Hipóteses investigadas

O inquérito analisava possíveis episódios de desobediência a decisões judiciais, além de suspeitas de obstrução à Justiça e incitação ao crime.

A linha investigativa considerava a hipótese de que a plataforma poderia ter dificultado o cumprimento de ordens judiciais.

Apesar disso, o parecer da Procuradoria concluiu que não houve comprovação de comportamento doloso por parte da empresa ou de seus representantes.

Com a decisão do STF, o caso é encerrado, a menos que novas provas surjam e justifiquem a reabertura das investigações.

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Joaquim Neto
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