
Dez advogados apresentaram à Polícia Federal (PF) uma notícia de fato. Esta finalidade de pedir investigação sobre o uso do brasão da República em carta publicada por Flávio Bolsonaro (PL).
Brasão antigo e declaração política colocaram Flávio Bolsonaro no centro de nova polêmica
Em suma, a primeira versão trazia o brasão de 1889, com a inscrição “Estados Unidos do Brazil” e Flávio se autointitulava o “verdadeiro presidente eleito“. Menos de uma hora depois, o símbolo foi substituído pelo atual e o senador passou a se definir apenas como “líder do Brasil“.
Os advogados afirmam que a mudança pode indicar “uso indevido de sinal público para conferir aparência oficial a uma manifestação política particular“. De acordo com a representação, a carta não é ato da Presidência nem documento produzido no exercício do mandato parlamentar.
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Conforme a “CNB”, o grupo pede a preservação de arquivos e metadados para identificar os responsáveis pelas versões. Além disso, também solicita apuração sobre possível uso indevido de símbolo da Administração Pública e envio do caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para eventual abertura de inquérito.
🇧🇷 Brasão da carta divulgada por Flávio Bolsonaro traz o nome “Estados Unidos do Brazil” (com Z) e não “República Federativa do Brasil”.
“Estados Unidos do Brasil” foi o nome oficial do Brasil durante o regime republicano, da Proclamação da República (1889) até 1968, quando foi… https://t.co/t7zWivBakX pic.twitter.com/dlq3kFtWX1
— Eixo Político (@eixopolitico) October 28, 2026
Partidos reagem à carta do senador e reafirmam vitória de Lula
A carta gerou reação entre aliados. Rogério Marinho atribuiu o episódio a erro de confecção e disse que Flávio fez um desabafo. Já o União Brasil, MDB e PSD reafirmaram a legitimidade da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Inclusive, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também defendeu o respeito às urnas.
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O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, declarou que “as eleições transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais.“.







