
Uma ferramenta da empresa de software Adobe aponta que o “ChatGPT” foi utilizado na produção do arquivo PDF com a carta de Flávio Bolsonaro (PL). Nessa última quarta-feira (28/10), o senador divulgou o documento à imprensa logo após viajar para os Estados Unidos (EUA).
Adobe identifica modelo de inteligência artificial no arquivo
Por meio da ferramenta “Adobe Content Authenticity”, é possível consultar as chamadas “Content Credentials”. Ou seja, credenciais que registram informações sobre a origem e o histórico de determinados arquivos digitais.
No caso do documento atribuído a Flávio, os dados apontam o uso do modelo GPT-6, da “OpenAI”, na criação do arquivo. Ainda assim, essa informação, por si só, não confirma que o ChatGPT tenha redigido a carta distribuída à imprensa.
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Brasão errado e mudança de discurso chamam atenção em carta do senador
De acordo com informações do “Metrópoles”, além disso, a primeira versão do documento apresentou um erro no brasão da República do Brasil. A imagem utilizada era a que vigorou até 1967, período em que o nome oficial do país era “Estados Unidos do Brazil”.
Além disso, outro ponto que chamou a atenção foi a mudança na forma como Flávio se apresentou na carta. A princípio, ele se declarou “o verdadeiro presidente eleito do Brasil“. Logo depois, porém, voltou atrás e passou a se definir como o “líder do Brasil“.
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CARTA À NAÇÃO BRASILEIRA 🇧🇷
28.10.26 pic.twitter.com/QqOGZuF8G0— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) October 28, 2026
Renan Santos ironiza Flávio e também se autodeclara presidente
O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) ironizou Flávio nas redes sociais. Em um vídeo publicado no “X”, antigo “Twitter”, ele satirizou a carta em que o senador escreveu após ir para Miami, nos Estados Unidos (EUA)… leia mais sobre isso aqui.







