
A CEMDP (Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos) deve reconhecer que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi vítima da ditadura militar e não morreu em um acidente automobilístico, como apontavam investigações oficiais realizadas desde 1976.
De acordo com apurações da GloboNews, o novo entendimento está em relatório elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão, relatora do caso na comissão, que será votado pelos conselheiros do colegiado nos próximos meses, às vésperas dos 50 anos da morte de JK.
+ Ex-jogador do Flamengo sai do armário e assume que é gay
Segundo apurado, o documento, com mais de 5 mil páginas incluindo anexos, sustenta que a morte do ex-presidente ocorreu em razão de perseguição política durante o regime militar. A análise reabre um dos episódios mais controversos da história política brasileira e representa uma mudança significativa na posição oficial do Estado brasileiro sobre o caso.
Morte de Juscelino Kubitschek
JK morreu em 22 de agosto de 1976, quando o Opala em que viajava pela Via Dutra colidiu após perder o controle. O veículo era conduzido por Geraldo Ribeiro, amigo e motorista do ex-presidente, que também morreu no acidente. À época, as investigações concluíram que o carro teria sido atingido por um ônibus da Viação Cometa durante uma tentativa de ultrapassagem, provocando a perda de controle do automóvel.
+ Ratinho causa revolta nos telespectadores do SBT após novo caso de homofobia
No entanto, a investigação concluiu que não houve colisão entre o ônibus e o Opala antes da perda de controle do veículo. Apesar disso, o MPF afirmou não haver elementos materiais suficientes para confirmar ou descartar definitivamente a hipótese de atentado.
JOSÉ MAYER REAPARECE REJUVENESCIDO
O ator José Mayer, ex-galã da TV Globo, segue vivendo recluso em seu sítio na serra do Rio de Janeiro após ser demitido em 2019, na sequência de uma acusação de assédio sexual em 2017. Aos 76 anos, ele chegou… LEIA MAIS!






