Lula cancela recursos de R$ 1 milhão que seriam destinados ao show de Zezé Di Camargo em Marabá

Corte de verba surpreende prefeitura

Joaquim Neto
Joaquim Neto
Redator e produtor de conteúdo. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa. Acompanha de perto os movimentos do entretenimento e da mídia contemporânea com olhar crítico sobre tudo o que acontece na televisão, música, cultura pop, cotidiano e política.
Lula detona Zezé di Camargo (Foto: Agência Brasil/Instagram)
Lula detona Zezé di Camargo (Foto: Agência Brasil/Instagram)

A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de cancelar o repasse de recursos federais destinados ao show de Zezé Di Camargo em Marabá, no sudeste do Pará, gerou forte repercussão política e mobilizou a gestão municipal. O valor, estimado em cerca de R$ 1 milhão, seria utilizado para custear a apresentação do sertanejo na festa de Réveillon da cidade.

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Corte de verba surpreende prefeitura

Segundo informações divulgadas, o recurso seria viabilizado por meio do Ministério do Turismo, dentro de um projeto apresentado pela Prefeitura de Marabá para fomentar o turismo e aquecer a economia local durante as festividades de fim de ano. No entanto, após a divulgação da programação oficial, o repasse federal acabou sendo cancelado.

 Prefeito questiona decisão do Governo Federal

O prefeito de Marabá, Toni Cunha, usou as redes sociais para se manifestar sobre o caso e afirmou que a suspensão ocorreu sem uma justificativa técnica formalizada. De acordo com ele, o projeto atendia aos critérios exigidos para a liberação de recursos públicos federais voltados a eventos turísticos.

Show será mantido com recursos próprios

Mesmo diante do corte, a Prefeitura garantiu que o show de Zezé Di Camargo será mantido. A gestão municipal informou que o cachê do artista será pago integralmente com recursos próprios, assegurando a realização do evento conforme o planejado.

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Além disso, Toni Cunha afirmou que estuda acionar a Justiça para tentar reverter a decisão do Governo Federal, alegando prejuízos ao planejamento do município e à expectativa de movimentação econômica gerada pelo evento.

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