
Milhares de pessoas estão nas ruas de Tel Aviv neste sábado, 25 de abril, em protestos contra o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Eles criticam a condução política do país e cobram por uma comissão estatal para investigar os ataques de 7 de outubro. Informações do jornal israelense Haaretz News. A mobilização incorporou referências como a queda do líder húngaro de direita Viktor Orbán, usada como símbolo do protesto pelos manifestantes.
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O levante popular ocorre em diferentes cidades do país, como Jerusalém, Haifa e Be’er Sheva, com pautas voltadas à defesa do sistema judicial e críticas à atuação do governo.
O principal ato acontece na Praça Habima, em Tel Aviv, depois de uma marcha que veio da embaixada da Hungria. No caminho, manifestantes entoaram “Israel não é o Irã” e “Chegou a hora de derrubar o ditador”, em referência ao governo atual. Não há eleições por lá desde a “guerra” com Hamas. Cartazes com a frase “A esperança vai vencer” foram expostos em hebraico e húngaro.
Benjamin Netanyahu é alvo de protestos

Ruby Chen, pai do refém morto Itay Chen, detonou a ausência de respostas oficiais do governo. “Como chegamos a essa situação – esse é o ponto de ruptura? Não há uma pessoa justa no governo” disposta a ouvi-los – “nem o primeiro-ministro”, detonou.
“Chegou a hora de uma decisão histórica, para nós e para as próximas gerações. Se esse governo terrível não está disposto a estabelecer uma comissão de inquérito, se quer escapar e evitar responsabilidades, o tribunal deve fazer sua parte”, defendeu Chen.
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İsrail medyasının bildirdiğine göre, Tel Aviv'de binlerce kişi İsrail Başbakanı Benjamin Netanyahu hükümetini protesto ederek 7 Ekim olaylarının soruşturulmasını talep etti. pic.twitter.com/9SZ2FsdfvA
— ismail ahrezoğulları (@AhrezogullarI) April 25, 2026
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