
Eduardo Bolsonaro, atualmente nos EUA, defendeu neste sábado, 13 de junho, o rompimento entre o PL e o Partido Novo após críticas feitas por Romeu Zema a Flávio Bolsonaro.
O ex-governador de Minas Gerais se mostrou indignado com a relação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Eduardo afirmou que políticos ligados a pessoas envolvidas em irregularidades devem ser tratados com cautela, mas acusou Zema de atacar Flávio por disputa de espaço político, chamando sua postura de “vagabunda” e defendendo o rompimento com o Novo.
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O episódio ocorre em meio às negociações da direita para a eleição presidencial. Zema era cogitado como possível vice de Flávio, mas Eduardo passou a apoiar a deputada Júlia Zanatta, destacando sua lealdade e atuação no Congresso.
Zema já vinha criticando Flávio, defendendo que candidatos à Presidência devem preservar credibilidade e manter distância de figuras envolvidas em controvérsias.
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“E em 2024 quem sabia quem era Vorcaro? E qual era a contrapartida que o Flávio poderia oferecer em 2024, além de sofrer perseguição? Que postura vagabunda, critica Flávio Bolsonaro apenas porque ele queria estar no lugar do Flávio. Por mim rompia geral com o Partido Novo”, declarou Eduardo na web, marcando o irmão e o partido Novo.
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Ao Brasil Paralelo, Zema desceu a lenha. “Eu fiquei indignado e não mudo em nada. Pra mim quem anda com bandido merece ser visto com cautela”, declarou o mineirinho.
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Sob o argumento de que, no momento em que seu partido recebeu doações de Vorcaro, não havia nenhuma suspeita, Zema tenta se descolar.
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Alô, Vorcaro! Foi pão duro com o partideco, hein? 🤣🤣🤣🤣🤣 pic.twitter.com/Bln4Ln3qVV
— Rai (@RAINERITA) June 13, 2026
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