
No corredor da morte, Christa Gail Pike, 50 anos, deveria ser executada na quarta-feira (30), por um assassinato cometido em 12 de janeiro de 1995, mas o procedimento falhou duas vezes, fazendo com que a condenada fosse retirada de ambulância da penitenciária de segurança máxima de Riverbend, em Nashville (Tennessee, EUA), e levada a um hospital.
As injeções que Christa recebeu continham pentaorbital, segundo registros da prisão. A falha é considerada sem precedentes na história da aplicação da pena capital nos EUA. Ela segue viva e sob tratamento para tentar estabilizá-la, segundo seus advogados. O estado de saúde dela é crítico. As informações são do jornal O Globo.
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Randy Spivey, um dos advogados de Pike, afirmou que contou pelo menos sete agulhas inseridas no braço esquerdo dela durante a tentativa de execução, realizada na noite da última quarta-feira (30). Durante uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (1º), ele afirmou que uma das agulhas parecia estar torta quando foi retirada.
Os advogados da mulher disseram também que ela recebeu duas doses do medicamento pentobarbital, usado na injeção letal. Eles relataram que o procedimento foi marcado por erros e falhas de comunicação entre os funcionários responsáveis pela execução. “O governador deveria comutar a pena de Christa agora”, disse o advogado, durante a entrevista.
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Entenda o caso
Christa, aos 18 anos, e o seu então namorado, Tadaryl Shipp, com a ajuda de uma amiga, Shadolla Peterson, espancaram e torturaram até a morte Colleen Slemmer, de 19 anos.
O casal de namorados havia levado um pedaço do crânio de Colleen, uma migrante da Flórida que tentava a vida no Tennessee, como “lembrança” do crime brutal.
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