
Lionel Messi foi fotografado sorridente ao lado de Javier Negre, ativista espanhol de extrema-direita, durante a Copa do Mundo em 4 de julho. A imagem gerou forte repercussão internacional e questionamentos sobre a assessoria e segurança do jogador.
Analistas discutem se Messi e sua equipe desconheciam quem era Negre ou se não viram problema em posar com ele. O caso levantou críticas sobre a blindagem de imagem do craque.
Jornalista e ativista radical, Javier é dono de 50% do portal La Derecha Diario, conhecido por divulgar desinformação e ataques contra minorias. Seu sócio é Fernando Cerimedo, ligado a estratégias digitais de Javier Milei e da família Bolsonaro, investigado no Brasil por disseminar fake news sobre o sistema eleitoral.
Negre foi demitido do jornal El Mundo após inventar uma entrevista com uma vítima de violência doméstica. Ele acumula múltiplas condenações por difamação, calúnia e uso ilegal de dados pessoais. Em abril de 2026, a Promotoria da Espanha pediu sua prisão por humilhar uma mulher com deficiência intelectual em um vídeo.

Ao posar com Negre, Messi acabou associado — por desconhecimento ou negligência — a um ecossistema marcado pelo discurso de ódio e pela desinformação. Contudo, Lionel pode ter apenas aceitado uma foto com o fã.
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Na web, o público reagiu. “Oh gente, ilusão achar que um jogador que nunca se declarou incomodado com atitudes racistas da própria torcida seria um ser humano decente“, disse uma. “Normal gente. Gigante mesmo la na argentina foi Maradona“, declarou outro.
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