
O Papa Leão XIV conheceu a Ferrari Luce, avaliada em R$ 3,2 milhões, e recebeu o volante como doação. Ele chegou a se sentar no banco do motorista e interagir com o carro, demonstrando curiosidade pelo modelo elétrico.
Trata-se do primeiro carro totalmente elétrico da Ferrari, com quatro portas e cinco lugares. Desenvolvido pelo estúdio Lovefrom, de Jony Ive (ex-Apple), com interior minimalista e telas arredondadas.
+ De Raul Seixas à Paraíba: todas vezes que Ed Motta pediu perdão
Contudo, o design gerou polêmica por se afastar da identidade tradicional da Ferrari, com carroceria arredondada e elementos incomuns como limpadores verticais. “Luce” significa claridade e direção, simbolizando a intenção da Ferrari de criar uma visão 360º para o futuro da marca, além de ser apenas um carro elétrico.
Papa Leão abençoa nova Ferrari

O Santo Padre chegou a se sentar no banco do motorista e demonstrou curiosidade pelo modelo elétrico, observando detalhes do carro. A entrega do volante simbolizou uma aproximação entre a Ferrari e o Vaticano, destacando o caráter cerimonial do momento.
+ O plano da FAB com Lula para o Brasil se tornar potência militar
O contato do Papa com um veículo elétrico de luxo reforça a ideia de modernidade e sustentabilidade, temas que dialogam com preocupações ambientais frequentemente abordadas pelo Pontífice.
“Esta é a primeira Ferrari com quatro portas?”, indagou o papa. “É a primeira com cinco lugares”, explicou Elkann.
Papa Leão XIV sobe o tom e cita Gandalf, o Branco
O Papa Leão XVI subiu o tom ontem e publicou o documento Encíclica Magnifica Humanitas (Humanidade Magnífica). Para reforçar seu argumento, o Santo Padre menciona O Senhor dos Anéis, obra do escritor Católico Romano J.R.R. Tolkien. Mas especificamente uma fala do mago Gandalf, o Branco… Leia Mais!






