
Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o homem que só tem um sobrenome, tomou decisão após pedido de assessor de Trump para visitar Jair Bolsonaro na cadeia.
O relator da execução da pena de Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de cadeia, permitiu a visita de Darren Beattie ao político na Papudinha, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília (DF), mas com ressalvas.
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Isso porque os advogados de Bolsonaro clamaram uma “autorização excepcional” para que a visita pudesse acontecer fora dos dias de visita, em 16 ou 17 de março, com alegação de agenda diplomática.
Moraes bate o martelo
Contudo, de acordo com o magistrado, não há previsão legal para mudar datas específicas de vsitas, que devem seguir as regras do complexo, seja gringo ou não. “Os visitantes devem se adequar ao regime legal do estabelecimento prisional e não o contrário”, disparou Moraes. em sua decisão. Contudo, o ministro permitiu a presença de um intérprete no local para permitir a tradução.
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Beattie foi nomeado há um mês pelo governo Trump como responsável por acompanhar e orientar as políticas americanas em relação ao Brasil dentro do Departamento de Estado.
O rapaz chama Moraes de principal arquiteto da censura e perseguição a Bolsonaro e ainda comanda o setor de Assuntos Educacionais e Culturais dos EUA. Comanda também o Instituto de Paz dos Estados Unidos, instituição paga pelo Congresso dos EUA, usada na mediação de conflitos com outros países.
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