
O ministro Wolney Queiroz rejeita a necessidade de uma nova reforma da Previdência e critica propostas de aumento da idade mínima e das contribuições dos trabalhadores, considerando tais medidas “cruéis” para quem enfrenta longos deslocamentos e trabalhos pesados.
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Entrevista ao JOTA. Queiroz argumenta que elevar a idade mínima seria injusto para trabalhadores de baixa renda e moradores de regiões com menor expectativa de vida, além de não refletir a realidade de quem exerce atividades mais desgastantes.
Apesar da oposição a uma reforma ampla, ele admite que o sistema previdenciário precisará de ajustes para lidar com o envelhecimento da população, mas sem penalizar os mais vulneráveis. “É muito cruel para quem pega ônibus todos os dias, leva duas horas para ir ao trabalho e duas para voltar”, desabafou.
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Há diferenças de visão entre a Previdência e a Fazenda. Enquanto a Fazenda defende endurecimento das regras e possíveis mudanças na idade mínima, Queiroz compara essa disputa a um jogo de futebol, em que a Previdência atua na defesa e a Fazenda no ataque.
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Segundo o ministro, caberá ao presidente Lula decidir a estratégia, equilibrando proteção social e controle dos gastos públicos. Dessa forma, Wolney Queiroz se posiciona contra uma nova reforma da Previdência, especialmente contra o aumento da idade mínima, defendendo ajustes que não prejudiquem os trabalhadores mais vulneráveis, enquanto o Ministério da Fazenda pressiona por mudanças mais duras.
MORTE DE MINISTRO DO STF É CONFIRMADA E TOMA O BRASIL DE LUTO
O velório será amanhã, no Salão Branco do STF, em Brasília, das 10h às 16h. O sepultamento ocorrerá no Rio de Janeiro. “O Supremo Tribunal Federal (STF) manifesta profundo pesar pelo falecimento do ministro…“… LEIA MAIS!





