
Nessa última quarta-feira (16/09), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu lideranças evangélicas no Palácio do Planalto. Na ocasião, ele voltou a afirmar que não pretende usar igrejas para fazer campanha política.
“Na igreja eu não faço”: Lula reforça decisão no Planalto
Em suma, o encontro foi articulado pela primeira-dama Janja Lula da Silva e pela Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito. Desse modo, em seu discurso, o petista disse: “Eu me recuso. Toda vez que alguém pede para ir a uma igreja falar de política, eu não vou. Eu não vou porque eu respeito muito a fé das pessoas.“, disse logo a princípio.
Na sequência, Lula reforçou a posição ao citar possíveis convites para fazer comícios em templos. “Não me convide para ir numa assembleia fazer comício, que eu não vou. Não vou nem da católica, nem da evangélica. Se eu quiser fazer política e comício, eu faço na rua. Mas na igreja eu não faço, em nenhuma igreja.“, declarou por fim.
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🇧🇷🇻🇦 Lula diz que a Igreja Católica vai enfrentar dificuldades enquanto não acabar com o celibato e permitir que mulheres sejam padres e bispas:
“Mulher pode ser o que ela quiser. E é isso que faz com que a Igreja evangélica tenha crescido tanto no Brasil.” pic.twitter.com/RkgZ2JxH8e
— Brasil Alternativo (@bralternativo_) September 17, 2026
Evangélicos defendem autonomia política
Além disso, durante o encontro, o pastor Ariovaldo Ramos afirmou que os evangélicos não podem ser “encabrestados”. Dessa forma, ele pediu que Lula não generalize o comportamento do grupo. “Somos um campo enorme, e não tem ninguém que fala por nós. Nós falamos a partir da nossa fé.”, disse.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, também participou da reunião. Em seguida, ele falou sobre o papel das igrejas.
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Desse modo, na opinião dele, o púlpito deve ser preservado para a atividade religiosa. “Crente de esquerda não tem direito nem a corrente de oração.”, detonou.






