
Nessa última quarta-feira (16/09), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além disso, ele também alfinetou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Flávio Bolsonaro cita Moraes e provoca presidente: “Tá devendo, Lula ?”
Durante um ato de campanha no Recife (PE), Flávio afirmou que Lula “deve o seu mandato” a Moraes. De acordo com o candidato, isso explicaria a postura do presidente em relação ao ministro. “Ninguém suporta mais 4 anos de Lula. Ele levou o Brasil à falência e é por isso que ele não pode criticar o Alexandre de Moraes. Ontem ele criticou, hoje ele já elogiou, já passou a mão na cabeça.“, disparou logo a princípio.
Na sequência, o senador questionou em tom de deboche: “Está devendo, Lula?“. E garantiu: “A partir do ano que vem, acabou o PT!“.

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Por fim, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também defendeu a saída de Moraes do STF. Caso seja eleito, afirmou que pretende promover uma mudança no que chamou de “triste página da história do Brasil“.
FLÁVIO BOLSONARO: “Ninguém suporta mais 4 anos de Lula. Ele levou o Brasil à falência e deve seu mandato a Alexandre de Moraes. Por isso, não pode criticá-lo. Ontem atacou, hoje já elogia. Tá devendo, Lula? A partir do ano que vem, acabou o PT!” pic.twitter.com/DyY0aYWMG9
— Pri (@Pri_usabr1) September 16, 2026
Relembre: STF suspendeu análise sobre ministro
Na terça-feira (15/09), o Supremo Tribunal Federal (STF) interrompeu a análise sobre a tramitação conjunta de dois processos ligados ao caso Banco Master. O primeiro trata de um relatório da Polícia Federal (PF) com informações extraídas do celular de Daniel Vorcaro e menções ao ministro Alexandre de Moraes. Já o segundo reúne questionamentos sobre a condução da investigação por André Mendonça.
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Desse modo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do relatório relacionado a Moraes. Antes de analisar o mérito, porém, os ministros discutiram se os dois casos deveriam ser julgados juntos. O placar estava em 4 a 3 pela manutenção dos processos separados quando Flávio Dino pediu vista. Com isso, a análise foi suspensa.
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