
Nessa última quarta-feira (16/09), o governo de Lula rebateu as críticas dos Estados Unidos (EUA) sobre o combate ao crime organizado. A manifestação ocorreu logo após um documento do governo Donald Trump apontar falhas do Brasil no enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV).
Governo Lula rebate Trump após críticas sobre combate ao crime organizado
Em suma, o Ministério da Justiça negou qualquer falha ou omissão e afirmou que o documento americano desconsidera medidas adotadas no país. “Trata-se, portanto, de manifestação circunstancial inserida na parte narrativa do documento, sem respaldo em sua parte dispositiva.“, declarou logo a princípio.
Em seguida, o governo também citou a Lei Antifacção, sancionada em março de 2026. Além de operações policiais e do Programa Brasil contra o Crime Organizado. De acordo com a pasta, essas ações buscam atingir financeiramente as facções, reforçar o sistema prisional, investigar homicídios e combater o tráfico de armas.
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Além disso, o Brasil também ressaltou que o combate ao crime organizado é uma prioridade e que mantém cooperação com os Estados Unidos na área de segurança. Por fim, ainda destacaram que o país que não integra a lista americana de 23 países classificados como grandes produtores ou pontos de trânsito de drogas.
Entenda: EUA cobrou medidas contra facções
Um documento enviado ao Congresso americano, a Casa Branca afirmou que as facções brasileiras transformaram o país em um centro de distribuição global de cocaína. Desse modo, cobrou medidas mais firmes das autoridades.
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Embora o Brasil tenha ficado fora da lista de principais países produtores ou de trânsito de drogas ilícitas, o documento fez uma crítica direta ao governo Lula. O PCC e o CV foram classificadas como grupos terroristas estrangeiros pelo governo Trump em junho deste ano, medida à qual o governo brasileiro se opôs por considerar que poderia afetar a soberania nacional.
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