
A Baires Fly S.A. é a empresa responsável pelo jatinho usado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). Em suma, a empresa utilizou o avião Gulfstream G400 para transportar passageiros da Argentina ao Equador e, depois, aos Estados Unidos (EUA). Na Argentina, as autoridades investigam a companhia por suspeita de lavagem de dinheiro.
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De acordo com o jornal argentino “Perfil”, a Baires Fly está sendo investigada dentro de um processo que apura um suposto esquema de suborno na Agência Nacional de Deficiência da Argentina (Andis). A irmã do presidente argentino, Karina Milei, foi acusada de receber propina na compra de medicamentos pela Andis. Ela, porém, nega.
A acusação, que veio à tona em agosto do ano passado, abriu uma das maiores crises do governo Milei até agora. Em uma mensagem de áudio, o então chefe da Agência Nacional de Discapacidade (Andis), Diego Spagnuolo, afirmou que a irmã do presidente cobrava propina de indústrias farmacêuticas.
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Isso para compra de medicamentos para a rede pública. O áudio vazou para a imprensa argentina e, um dia depois, Javier Milei demitiu Spagnuolo.
Companhia não apresentou plano de voo
Flávio deixou o Brasil logo após a derrota eleitoral e viajou à Argentina na terça-feira (27/10). Segundo o governo argentino, ele entrou no país pela província de Misiones às 22h50 e embarcou às 23h30 no avião.
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Ainda segundo a publicação, a Baires Fly solicitou a saída de sua aeronave LV-JQW de Puerto Iguazu até os EUA. A companhia, no entanto, não apresentou nem plano de voo, nem a lista de passageiros que estariam a bordo.
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