
Foto: Luiz Silveira/STF (Imagem meramente ilustrativa)
Flávio Bolsonaro, que foi candidato e perdeu para Lula, deixou o Brasil após a sua derrota.
Sua saída foi motivada supostamente por um clima de ameaça, especialmente em relação ao STF, que estava em alerta devido às promessas de campanha do senador, que incluíam reformas no Judiciário e a cassação do ministro Alexandre de Moraes, segundo Andreza Matais do Metrópoles.
A mudança de Flávio para os EUA contudo gerou comentários ácidos entre os ministros do STF. Uma das ironias levantadas é que, com a sua saída, Flávio não poderia ser acusado de estelionato, uma vez que sua campanha prometia “mudança”. Ou seja, teria que ser um crime diferente.

Após a derrota, o ministro Alexandre de Moraes tomou medidas, incluindo a apreensão do passaporte de Flávio e a proibição de sua saída do Brasil. Essa ação supostamente foi um reflexo da crescente pressão sobre o senador, que agora enfrenta investigações por lavagem de dinheiro.
A saída de Flávio Bolsonaro para os EUA não apenas provocou reações irônicas no STF, mas também acentuou as investigações e a pressão sobre ele e seus associados.
Ainda segundo a coluna, a ferramenta do Adobe indica que o ChatGPT foi utilizado na produção do arquivo PDF com o discurso de Flávio Bolsonaro, distribuído à imprensa em 28 de outubro.
É importante notar que a ferramenta não confirma que o texto foi escrito diretamente pelo ChatGPT, mas sim que a inteligência artificial foi utilizada para exportar o arquivo PDF.
A primeira versão do documento continha um erro no brasão da República do Brasil, utilizando uma versão que estava em vigor até 1967, quando o país era oficialmente chamado de “Estados Unidos do Brazil”, erro típico de IA.
Na carta, Flávio inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do Brasil. No entanto, posteriormente, ele alterou sua posição, afirmando ser o “líder do Brasil”.
STF desmente Globo sobre Flávio Bolsonaro
Na manhã de quarta-feira, o portal G1 da TV Globo noticiou que… Leia mais!







