
Na manhã de quarta-feira, o portal G1 da TV Globo noticiou que a Polícia Federal (PF) estaria realizando buscas em endereços relacionados ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A informação foi rapidamente repercutida por outros veículos, como o Poder360. Contudo, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou a veracidade da operação.
O STF emitiu uma nota afirmando que não houve autorização judicial para qualquer busca ou apreensão relacionada ao senador Flávio Bolsonaro.
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“Trata-se de falsa a informação veiculada sobre a existência ou cumprimento de qualquer mandado de busca e apreensão direcionado ao senador Flávio Bolsonaro ou a seus endereços. Não há nenhuma decisão judicial nesse sentido, tampouco realização de diligência policial ou de busca e apreensão”, declarou o STF em nota.
Após a negativa, o link da reportagem do G1 foi retirado do ar.
A ação da PF, conforme a informação inicial da Globo, teria ocorrido um dia após Flávio Bolsonaro deixar o Brasil, em um momento em que o senador e sua família estavam viajando para os Estados Unidos.
A suposta operação visava coletar documentos e equipamentos eletrônicos que pudessem ajudar nas investigações sobre lavagem de dinheiro, particularmente em relação a negócios com casas de apostas.
Os documentos e equipamentos que poderiam ser coletados nas buscas planejadas teriam relevância direta para as investigações em curso no STF, especialmente no que diz respeito à lavagem de dinheiro e à conexão com a Rede Loto, empresa que obteve autorização para explorar apostas esportivas no Rio de Janeiro.
A situação envolvendo Flávio Bolsonaro continua a se desenvolver, com a negativa do STF sobre as buscas e a continuidade das investigações em andamento.
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