
Caso Renato Freitas: O deputado estadual (PT-PR) teve funções do seu perfil no Instagram suspensas pela Meta em dezembro de 2025, após republicar um vídeo denunciando torturas de soldados israelenses contra palestinos. Apesar de decisão judicial favorável, a plataforma não restabeleceu suas funções, mantendo restrições como impossibilidade de fazer transmissões ao vivo e anúncios.
O rapagão considera a medida como censura e exemplo do modus operandi das big techs, limitando a liberdade de expressão. Informações do jornal Plural (Paraná).
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Perfis de influenciadores e figuras de esquerda, como Thiago Torres (“Chavoso da USP”), Tiago Santinelli e Jones Manoel, também sofreram suspensões ou restrições sem justificativa clara. Em alguns casos, houve recuo da empresa após mobilização popular.
O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) também denunciou a Meta ao Ministério Público Federal em dezembro de 2023, alegando redução de alcance e ocultação de perfis de esquerda. Segundo o PSOL, até o perfil oficial de Lula foi afetado, especialmente após Glauber Braga assumir a presidência da Câmara.
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Regulamentação das redes sociais: O PL das Fake News, que previa maior transparência e justificativas para remoção de conteúdos, foi retirado da pauta em 2023 após pressão das big techs. O projeto também previa mecanismos de recurso contra suspensões arbitrárias, mas acabou enterrado em 2024.
Em suma, houve o descumprimento de ordem judicial pela Meta, dona do Instagram e Facebook, acusações de censura contra lideranças de esquerda e o debate sobre a necessidade de regulamentação das plataformas digitais no Brasil.
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