
Kleber Mendonça Filho, cineasta premiado internacionalmente por O Agente Secreto, chamou o filme Dark Horse de “filme do Bozo com dinheiro roubado”, destacando o contraste entre sua produção de baixo orçamento e a cinebiografia de Jair Bolsonaro, financiada com valores muito superiores.
Reportagens revelaram que Flávio Bolsonaro pediu R$ 130 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro, dos quais R$ 61 milhões foram investidos na produção. Áudios mostram agradecimentos de Mário Frias pelo aporte financeiro.
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O trailer divulgado gerou críticas pela caracterização de baixo custo, como a peruca usada por Jim Caviezel para interpretar Bolsonaro. Há relatos de problemas na produção, incluindo comida estragada e agressões a atores.
Kleber Mendonça criticou o fato de o filme ser falado em inglês, o que exigirá dublagem para o público brasileiro, reforçando sua visão de que o projeto é culturalmente desconectado.
Kleber Mendonça critica filme
O filme conta com atores como Jim Caviezel (A Paixão de Cristo), Marcus Ornellas, Camille Guaty (Prison Break), Esai Morales (Missão: Impossível), entre outros. Apesar das declarações de Flávio e Eduardo Bolsonaro de que seria uma “megaprodução hollywoodiana”, apenas alguns nomes têm relevância significativa em Hollywood.
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Além das críticas artísticas, o filme está envolvido em escândalos políticos e financeiros, tornando-se um dos assuntos mais comentados no noticiário cultural e político.
“Os escândalos da direita são acompanhados de provas e áudios. São escândalos verdadeiros, sem gnomos. E esse escândalo do filme de Bozo espanta por eles estarem tentando fazer Cultura, Cinema, mas sem nunca terem feito, com dinheiro roubado. E contam uma história brasileira em inglês. Ou seja, pra falar com o Brasil terão de dublar. O bolsonarismo é um espanto”, lamentou o cineasta.
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