
Nessa última quinta-feira (17/09), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que as chamadas “canetas emagrecedoras” serão oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Estas, porém, somente para pacientes com obesidade que tenham indicação médica.
“Canetinha de graça”: Lula anuncia novidade no SUS
Durante uma visita ao complexo da Eurofarma, em Montes Claros (MG), ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Lula disse: “Essa canetinha vai ser utilizada para cuidar de graça das pessoas que tenham obesidade, quando o médico detectar que um homem ou uma mulher tem problema de saúde.“, explicou logo a princípio.
No entanto, a oferta ainda depende da definição de um protocolo clínico. O Ministério da Saúde já conduz um estudo com 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças. O objetivo é estabelecer os critérios para ampliar o tratamento na rede pública.
++ Trump cobra Lula por combate ao PCC e CV, e governo reage
“Isso é irresponsabilidade”: presidente faz alerta
Em seguida, o presidente defendeu o acompanhamento profissional no uso dos medicamentos e criticou a distribuição sem critérios. “Daqui a pouco vai ter gente distribuindo canetinha para tudo, vai ter deputado jogando caneta para o povo. E a caneta não é assim. Isso é irresponsabilidade, porque a pessoa tem que saber se pode ou não tomar, se vai fazer bem para a saúde ou não.“, destacou por fim.
🚨 AGORA! Lula anuncia inclusão de canetinhas emagrecedoras no SUS para o tratamento de diabetes e obesidade. Viva o SUS! pic.twitter.com/QRZPv1xXO8
— PT Brasil (@ptbrasil) September 17, 2026
Logo depois, Alexandre afirmou que o governo quer disponibilizar os medicamentos “como um direito“, mas de forma controlada. Atualmente, o país já tem 14 produtos registrados para o tratamento da obesidade, segundo o Ministério da Saúde.
++ Foto de Moraes com tornozeleira repercute internacionalmente
Além disso, a pasta informou que a entrada de novos produtos reduziu o preço desses medicamentos nas farmácias. De acordo com Padilha, os preços dos produtos caíram de R$ 1,7 mil a R$ 2 mil para cerca de R$ 300 a R$ 400.
Leia também: Lula fala sobre evangélicos e critica Igreja Católica






