
Sentenciado a 22 anos e 8 meses de prisão pelo homicídio da ex-namorada Mércia Nakashima, que morreu em 23 de maio de 2010 aos 28 anos, o ex-policial militar Mizael Bispo nega até hoje que foi responsável pela morte da vítima.
Na época, o sujeito tinha 40 anos e foi preso preventivamente logo após crime e depois liberado. Ele só foi preso em definitivo em 2013, e foi para o regime aberto em 2023 por conta do bom comportamento e por não ser identificado como psicopata no teste de Rorschach.
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É o que informa o jornalista Ullisses Campbell, da coluna True Crime do jornal O Globo. Em seu próximo livro, Tremembé 2, ele mostrará em detalhes um dos crimes mais horripilantes da crônica policial de São Paulo. Segundo ele, Mizael Bispo jura até hoje que não matou Mércia Nakashima.
Mizael Bispo ficou apenas 10 anos preso
Em perfil no Instagram, o jornalista revelou uma antiga entrevista de Mizael Bispo no Diário de Guarulhos que acabou ficando perdida no tempo e agora foi redescoberta. A entrevista aconteceu enquanto a mulher ainda estava desaparecida, e o criminoso se dizia preocupado com o paradeiro da mulher.
Mizael declara que conheceu Mércia em julho de 2005, por meio da irmã dela, Cláudia, que fez faculdade de Direito com ele na Universidade Guarulhos (UnG). Cláudia indicou a irmã para trabalharem juntos e, pouco depois, já estavam namorando e ficaram juntos por quatro anos e dois meses. Ele alegou também que eles tinham terminado em setembro de 2009, insinuando que na época do crime não estavam mais juntos.
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Questionado sobre como soube da morte de Mércia, ele dá uma resposta surreal. “Fiquei muito abalado, chorei muito. Gostava muito dela, mas confesso que até o momento não tive tempo de pensar em tudo o que aconteceu e está acontecendo. Não consigo fazer mais nada, todos me reconhecem na rua. Mas as investigações vão provar que eu sou inocente. Não sou um homem agressivo e nunca bati na minha ex-mulher, nem em ninguém“.
Segundo as investigações, ele primeiro a agrediu e depois deu um tiro no canto da boca da mulher, que desmaiou. Em seguida, empurrou o carro dela em represa com ela ainda viva. Mércia não sabia nadar e morreu afogada. Não faltam provas da sua culpa, como o pequeno exemplo de alga da represa encontrada em seu sapato, sangue e câmeras que filmaram seu carro em locais suspeitos após o crime.
Que Mércia Nakashima descanse em paz. 🕊️
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