
O presidente do TSE Kassio Nunes Marques rejeitou a adoção de novas restrições para grandes canais de WhatsApp às vésperas da eleição, o que afasta a possibilidade de bloqueio do canal “Exército de Lula” e de outros canais semelhantes.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, descartou a possibilidade de bloquear canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores à eleição presidencial.
“Não haverá alteração alguma. Não marquei reunião para discutir o assunto nem vou marcar. Sou contra alterações de última hora nas regras, às vésperas da eleição”, disse Nunes à coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.
Kássio Nunes Marques afirmou que o TSE não fará mudanças nas regras eleitorais às vésperas da votação, defendendo a estabilidade das normas já definidas.
Segundo ele, não houve convocação de reunião para discutir novas restrições e não haverá deliberação de última hora sobre o tema.
A medida em discussão poderia atingir o canal de WhatsApp chamado “Exército de Lula”, criado pelo deputado federal André Janones para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O presidente do TSE declarou que o assunto não está na pauta do tribunal e que não existe pedido para levá-lo a votação antes da eleição. “Ele não está na pauta, não tem pedido para que ele entre em pauta e não haverá reunião excepcional para que isso seja deliberado”, disparou.
A proposta de restrição teria surgido a partir de uma minuta elaborada pelo ministro André Mendonça, que reuniu sugestões relacionadas ao funcionamento de canais de grande alcance no WhatsApp.
Kássio Nunes Marques considera a discussão encerrada e afirma que o tema não será votado antes do segundo turno.
Candidatura de Lula tem pedido de cassação no TSE
Há uma iniciativa judicial contra a candidatura de Lula, baseada na alegação de que… Leia mais!







