
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, participou de uma audiência pública sobre o novo tarifaço contra produtos brasileiros. Ele discursou em inglês e pediu que os EUA não imponham tarifas adicionais, alegando que este é o “pior momento possível” para tal medida, já que o Brasil terá eleições em outubro.
O homenzarrão afirmou que tarifas beneficiariam Lula e não seriam o caminho adequado para pressionar o Brasil. Ele sugeriu que existem instrumentos mais direcionados contra indivíduos e defendeu o adiamento da decisão.
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O Itamaraty já havia enviado resposta formal aos EUA, contestando acusações de práticas comerciais “irrazoáveis” e defendendo que críticas ao PIX e ao STF não são questões comerciais, mas divergências internas. Informações do G1.
Flávio criticou Lula, mencionou escândalos de corrupção e defendeu o PIX como solução que ampliou a inclusão financeira e beneficia empresas americanas. Ele atribuiu a criação do sistema ao governo de Jair Bolsonaro. “A corrupção é um dos maiores desafios enfrentados pelo povo brasileiro. Não há discordância quanto a isso. Mas a corrupção tem responsáveis identificáveis. Os quatro maiores escândalos de corrupção da história recente do Brasil — o esquema do Mensalão, o caso revelado pela Operação Lava Jato, a fraude envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na qual o próprio filho do presidente Lula está entre os investigados“, declarou.
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A atuação de Flávio foi independente, sem relação com o Itamaraty. O governo brasileiro enviou apenas observadores, não representantes para discursar. Flávio criticou a ausência do governo Lula nas audiências. O prazo para os EUA decidirem sobre a aplicação das tarifas adicionais termina em 15 de julho.
Flávio Bolsonaro usou a audiência para tentar evitar novas tarifas contra o Brasil, argumentando que elas seriam injustas, prejudiciais neste momento eleitoral e favoreceriam Lula, enquanto o governo brasileiro já havia contestado formalmente as acusações dos EUA.
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