
A Procuradoria-Geral da República, em documento assinado por Paulo Gonet nesta quinta (02) e solicitado por Alexandre de Moraes, recomendou que Jair Bolsonaro continue em prisão domiciliar, rejeitando a ideia de transferi-lo para a carceragem da Papuda.
O episódio que motivou a revisão foi a apreensão de uma pistola Glock registrada em nome do capitão, encontrada com um de seus seguranças durante uma blitz em Brasília, Capital Federal.
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A PCDF não indiciou Bolsonaro, entendendo que não houve falta grave, já que a arma estava legalmente registrada em seu nome. O sargento que portava a pistola, porém, foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo.
Em depoimento, Naro admitiu a propriedade da arma e alegou que a mantinha em casa por segurança, dizendo que “tinha três mulheres em casa” e não podia ficar desarmado. A recomendação final da PGR é manter Bolsonaro em prisão domiciliar, mas confiscar a pistola apreendida.
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Dessa forma, a defesa de Bolsonaro tem 48 horas para se manifestar, e a decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Bolsonaro cumpre desde novembro de 2025 uma pena de 27 anos e três meses por liderar uma organização criminosa que tentou um golpe de Estado após sua derrota eleitoral em 2022.
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