
Flávio Bolsonaro foi clicado ao lado de Eduardo Cunha em 2 de junho de 2026, antes de uma entrevista na rádio 89 Maravilha, emissora evangélica controlada pelo pastor, que é visto como um nome forte para vice devido ao apelo religioso.
No encontro, Cunha afirmou que Flávio recebeu a “missão de liderar o campo conservador” nas eleições de 2026, enquanto ele tenta voltar à vida política como candidato a deputado federal por Minas Gerais.
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Contudo, muitos bolsonaristas criticaram a aproximação, acusando Flávio de se aliar a políticos condenados por corrupção. Comentários nas redes sociais incluíram frases como “Flávio é suco de centrão” e “Acorda, Brasil”.
Eduardo Cunha foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, além de ter perdido o mandato em 2016 por quebra de decoro parlamentar. Ele está inelegível pela Lei da Ficha Limpa, embora aguarde decisão do STF que pode alterar sua situação.

O episódio reforça a percepção de que Flávio Bolsonaro busca alianças para consolidar sua pré-candidatura à presidência em 2026, mas enfrenta resistência até dentro da própria base.
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A foto de Flávio Bolsonaro com Eduardo Cunha gerou forte repercussão negativa entre bolsonaristas, reacendendo críticas à “velha política” e levantando dúvidas sobre suas alianças para 2026. Após as críticas, o rapagão evitou postar o encontro em suas redes e preferiu não responder as críticas.
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