
Em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o ex-governador de Minas Gerais e candidato à presidência afirmou que pretende exigir apenas dos homens beneficiários do Bolsa Família a conclusão dos estudos e cursos técnicos, alegando que as mulheres têm “outras atribuições” domésticas.
O discurso ocorreu dentro de uma defesa de revisão dos programas sociais, com Zema afirmando que o país estaria criando uma “geração de imprestáveis”, o que recebeu aplausos da plateia de empresários.
Zema defendeu uma nova reforma da Previdência, reforma administrativa, privatizações generalizadas e um modelo de trabalho pago por hora, alternativo à CLT. Ele declarou que pretende “privatizar tudo no Brasil” e que não há “vaca sagrada” nas estatais.
Esta não é a primeira vez que Zema faz declarações consideradas machistas. Em 2020, ao lançar o programa MG Mulher, afirmou que a violência contra a mulher poderia ser chamada de “instinto natural do ser humano”.
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Durante o mesmo evento, Zema fez uma indireta a Flávio Bolsonaro, seu concorrente pela direita, ao comentar sobre o caso do Banco Master, sugerindo que “assombração sabe para quem aparecer”.
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“Viso muito os homens. As mulheres têm outras atribuições em casa, têm filhos, têm uma diferença muito grande com relação aos homens”, declarou o famoso.
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